Mal começou a quadra eleitoral (não sei usar corretamente mal e mau, no texto a seguir a palavra mal no meu entendimento tem haver com coisa negativa) e a grande imprensa em sua campanha sistemática de desestabilizar todas ações do governo atual, agora encontrou através de uma reportagem cujo conteúdo no mínimo é suspeito, posto que a fonte de informação se baseia em um inquérito que corre em segredo de justiça.
Portanto aqueles que são citados sem ter acesso ao conteúdo que os incrimina, não poderão execer o direito constitucional do contraditório e em função disso são vítimas das mais cruéis ilações, sem que possam apresentar defesa, passam a ser reféns do malabarismo intelectual que atribui aos acusados toda sorte de ilicitudes tidas como se fossem verdades acabadas, em um momento que coincide com a ascenção da candidata do presidente nas pesquisas, claramente demonstrando interesse de frear a ascenção da ministra da casa civil na preferência dos brasileiros, citando o prefeito de Belo Horizonte até agora excluído daquilo que se convencionou chamar de mensalão do PT, revela o que será a próxima campanha.
O mesmo grupo midiático se une com força redobrada para interromper o governo trabalhista que bem ou mal atendeu todos interessses, desde os poderosos até o mais comesinho chamado João, Pedro e José. No dizer do redator chefe da carta capital, Mino Carta, é do conhecimento do mundo mineral, que Fernando Pimentel, será o coordenador da campanha de Dilma, logo a flecha tem itinerário certo e foi desferida, com o propósito de atingir a candidata do presidente que é apresentada sistematicamente como mentirosa. Este é o mote, mostrar Dilma como mentirosa.
Quem quiser passar os olhos na reportagem de esgoto, pode acessar www.istoe.com.br. O engraçado é que o delegado da policia federal Protógenes Queiroz encontra-se na iminência de perder o cargo pelas mesmas razões apresentadas pela revista, a saber, obter ou vazar infomações de um inquérito que a justiça impõe segredo.
Não obstante, não há nenhuma gritaria da grande mídia tal como houve na sathiagraha. Não aprendem, continuam exercitando o jornalismo do senhor Kamel, diretor do jornal nacional, "testar hipótese".
Eu quero testar hipotése. Quero uma imprensa que me dê o direito de apresentadas todas informações, depois de tudo apurado com todos os lados devidamente ouvidos, eu mesmo possa refletir sobre que conclusão chegarei.
Uma coisa é certa: a minha experiência me dá o direito de assim pensar, não temos uma imprensa confiável, muito menos quando se trata de uma revista que até bem pouco tempo era conhecida como "quanto é", e ainda por cima acusada de ser veículo dos interesses de Daniel Dantas.
O brasileiro tem o direito de escolha na eleição que se avizinha, o que não pode é permitir que tal manipulação grosseira, em conluio com aqueles que odeia o metalurgico, por uma questão de classe, fora do âmbito dos capitalistas que nenhum preconceito contra Lula alimentam, haja vista que foram contemplados em todos interesse que defendem. É questão de picuinha da elite paulista. As favas com suas idiossincrasias.
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* Texto escrito e enviado por Kid Jansen de Alencar Moreira
Portanto aqueles que são citados sem ter acesso ao conteúdo que os incrimina, não poderão execer o direito constitucional do contraditório e em função disso são vítimas das mais cruéis ilações, sem que possam apresentar defesa, passam a ser reféns do malabarismo intelectual que atribui aos acusados toda sorte de ilicitudes tidas como se fossem verdades acabadas, em um momento que coincide com a ascenção da candidata do presidente nas pesquisas, claramente demonstrando interesse de frear a ascenção da ministra da casa civil na preferência dos brasileiros, citando o prefeito de Belo Horizonte até agora excluído daquilo que se convencionou chamar de mensalão do PT, revela o que será a próxima campanha.
O mesmo grupo midiático se une com força redobrada para interromper o governo trabalhista que bem ou mal atendeu todos interessses, desde os poderosos até o mais comesinho chamado João, Pedro e José. No dizer do redator chefe da carta capital, Mino Carta, é do conhecimento do mundo mineral, que Fernando Pimentel, será o coordenador da campanha de Dilma, logo a flecha tem itinerário certo e foi desferida, com o propósito de atingir a candidata do presidente que é apresentada sistematicamente como mentirosa. Este é o mote, mostrar Dilma como mentirosa.
Quem quiser passar os olhos na reportagem de esgoto, pode acessar www.istoe.com.br. O engraçado é que o delegado da policia federal Protógenes Queiroz encontra-se na iminência de perder o cargo pelas mesmas razões apresentadas pela revista, a saber, obter ou vazar infomações de um inquérito que a justiça impõe segredo.
Não obstante, não há nenhuma gritaria da grande mídia tal como houve na sathiagraha. Não aprendem, continuam exercitando o jornalismo do senhor Kamel, diretor do jornal nacional, "testar hipótese".
Eu quero testar hipotése. Quero uma imprensa que me dê o direito de apresentadas todas informações, depois de tudo apurado com todos os lados devidamente ouvidos, eu mesmo possa refletir sobre que conclusão chegarei.
Uma coisa é certa: a minha experiência me dá o direito de assim pensar, não temos uma imprensa confiável, muito menos quando se trata de uma revista que até bem pouco tempo era conhecida como "quanto é", e ainda por cima acusada de ser veículo dos interesses de Daniel Dantas.
O brasileiro tem o direito de escolha na eleição que se avizinha, o que não pode é permitir que tal manipulação grosseira, em conluio com aqueles que odeia o metalurgico, por uma questão de classe, fora do âmbito dos capitalistas que nenhum preconceito contra Lula alimentam, haja vista que foram contemplados em todos interesse que defendem. É questão de picuinha da elite paulista. As favas com suas idiossincrasias.
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* Texto escrito e enviado por Kid Jansen de Alencar Moreira
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