Os baixos índices de pluviometria anotados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos [Funceme] apontam para uma preocupação constante do homem do campo e da cidade: a estiagem.
A título de exemplo, no ano passado [gráfico abaixo], que ficou marcado pela pouca chuva em todo o semiárido do Nordeste, havia caído na Ribeira dos Icós 71,2mm. Apesar de janeiro não ser incluído pela Funceme como quadra invernosa, a pouca chuva anotada em Icó piora a já preocupante situação do desabastecimento humano e animal, em especial ao rebanho bovino.
POUCA CHUVA De acordo com dados da Fundação, para a Sede de Icó era esperado 79mm para janeiro, o que representou 33,7% menos de chuva prevista. Em Icozinho, a situação foi ainda pior. Dos 82,8mm esperados, só caíram 30,2mm.
A localidade icoense que mais viu a chuva no primeiro mês de 2013 foi o Cascudo, com 86mm, seguido do distrito de Lima Campos, com 64,8mm. Conforme se pode comprovar com os números das chuvas em anos anteriores, apenas 2009 e 2011 tiveram um janeiro molhado.
O resultado disso, que passa dos números e atinge seres humanos e animais, é a morte dos rebanhos, a falta de água nos reservatórios, em especial para o consumo humano e a dependência de carros-pipa, através do governo federal, muitas vezes que nem minimizam a situação.

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