A finalidade do procedimento é garantir a segurança e a credibilidade dos programas computacionais utilizados na eleição.
A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, destacou que o processo garante a “absoluta incolumidade” das urnas e que essa “garantia de inviolabilidade” tem sido o sucesso do modelo brasileiro de votação.
“Essa lacração é feita com esse significado e em público para que todos vejam o que está acontecendo.” Ela classificou o trabalho da Secretaria de Tecnologia de Informática do TSE como “um dos mais belos exemplos do que tem dado certo”.
“Em tudo que diz respeito a essas eleições temos operado exatamente para garantir que haja celeridade e segurança, que é a garantia que o eleitor tem de que seu voto vai ser posto na urna com absoluta liberdade, apurado e divulgado”, acrescentou.
O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, acrescentou que o processo de lacração gera uma versão blindada do sistema, garantindo a integridade do sistema.
A vice-procuradora-geral Eleitoral, Sandra Cureau, foi a primeira a assinar digitalmente o sistema.
O processo foi concluído com a assinatura digital da presidente Cármen Lúcia.
Após as assinaturas, as mídias receberam lacres físicos, também assinados pelas autoridades, e foram depositadas em envelopes novamente lacrados.
Uma cópia foi armazenada pela presidente do TSE no cofre-forte localizado na Sala-Cofre do Tribunal. A outra seguirá para os 26 Tribunais Regionais Eleitorais [TREs] que realizarão eleições este ano, para darem início aos procedimentos de instalação dos programas relativos ao segundo turno nas urnas eletrônicas.
Como de praxe, a cerimônia foi aberta ao público e tem como objetivo mostrar à sociedade, aos representantes de partidos políticos, à Ordem dos Advogados do Brasil [OAB] e ao Ministério Público [MP] que o processo eleitoral brasileiro é confiável, seguro e inviolável.
* Com informações do TSE
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