O parlamentaa [foto] afirmou que agricultores do sertão do Ceará enfrentam dificuldades não apenas para produzir alimentos e manter o gado vivo, por conta da falta d'água. Segundo ele, a estiagem afeta também o consumo humano.
De acordo com o peemedebista, o Estado vive a pior seca dos últimos 40 anos. “Apesar de sabermos das medidas dos governos, tudo o que for feito para amenizar a situação será pouco. A água está sumindo do subsolo. Está ficando cada vez mais difícil. O sertanejo está passando sede”, relatou.
Nunes alertou para o perigo do desmatamento exagerado e pediu à população mais cuidado com a natureza. De acordo com o parlamentar, há locais da região do Cariri, antes abundantes em águas profundas, que, agora, enfrentam dificuldades por conta das poucas chuvas. “Tem comunidade onde foram cavados três poços e todos secaram”, revelou.
O deputado destacou a concessão de auxílios financeiros pelo Governo Federal aos agricultores. Só o Bolsa Estiagem, por exemplo, ele estimou que beneficiará 102 mil trabalhadores não inscritos no Garantia Safra. “Mas peço ao Exército mais rapidez. Icó precisa de mais seis carros-pipa para atender à demanda da seca”, disse.
LIMITES - Neto Nunes ressaltou também a realização de debate na Assembleia, nessa quarta, que tratou sobre os limites territoriais de Fortaleza. “No fim do ano, vamos votar a consolidação das leis de todas as cidades cearenses e lançar um atlas georreferenciado. O Ceará será o segundo estado da Federação a ter todos os seus limites georreferenciados”, pontuou.
* Com informações e imagem da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
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