Valdetário criticou a falta de estrutura do Poder Judiciário Estadual e ressaltou que nunca, em toda a sua história, a OAB-CE foi tão atuante na defesa da advocacia como na atual gestão.
Em seu discurso de encerramento do ato, Valdetário lembrou que essa é a oitava vez, em dois anos, que a Ordem cearense faz manifestação no Clóvis Beviláqua por melhor prestação jurisdicional. “No início, a situação estava difícil e agora, o Poder Judiciário vive o seu pior momento. Continuamos sem juízes, sem servidores”, declarou.
O presidente da OAB-CE disse que acabou o momento de ficar esperando uma solução. “Temos de ter fé, mas precisamos lutar. Não podemos nos calar”, conclamou a classe para que se mantenha unida em defesa do CNJ. “Sim a competência do CNJ”
Com a presença de dezenas de advogados e advogadas, do ato participaram Conselheiros Estaduais, presidentes da Caixa de Assistência dos Advogados do Ceará [CAACE], Leandro Vasques, e do Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem, José Damasceno, o juiz Michel Pinheiro, diretor do Fórum de Caucaia, além de diversas atividades representativas da sociedade e dos servidores do Poder Judiciário.
O evento foi aberto por Edimir Martins que fez discurso emocionado em defesa do Conselho Nacional de Justiça. “Quem não defende o CNJ, defende uma Justiça corrupta”, afirmou, prestando homenagem à Ministra Corregedora Eliana Calmon, sendo aplaudido pelos presentes. Diversas autoridades também se posicionaram sobre a importância do CNJ.
Durante o evento, a Ordem colheu centenas de assinaturas em defesa do Conselho Nacional de Justiça. O abaixo-assinado será encaminhado ao Conselho Federal da OAB, que, ontem à tarde, também realizou ato público contra a perda de poderes do CNJ.
* Com informações da OAB-CE
* Com informações da OAB-CE
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