Sempre as asas da razão
Livre sem emoção
Voando o cosmo – a essência
Não tem ao solo ligação
Nem presilha a prender
De um mundo a gemer
A Dor da criação
Habito o universo
Percorro o infinito
Livre no meu grito
Num oceano imerso
Todos pensam que morri
Entrei noutra dimensão
A morte uma abstração
Uma falha a corrigir
Não tem matéria
É uma luz em onda
Como numa lona
Sem vida ou bactéria
Não tem limitação
Em Aquarius é assim
Um infinito sem fim
Pássaro sempre a voar
Não precisa ir ao universo
Escrevo no seu verso
Ele chora e vem a mim.
Em Aquarius Já estou
Aqui não tem solidão
O tempo é uma abstração
Ponde, onde o universo – Chorou.
Livre sem emoção
Voando o cosmo – a essência
Não tem ao solo ligação
Nem presilha a prender
De um mundo a gemer
A Dor da criação
Habito o universo
Percorro o infinito
Livre no meu grito
Num oceano imerso
Todos pensam que morri
Entrei noutra dimensão
A morte uma abstração
Uma falha a corrigir
Não tem matéria
É uma luz em onda
Como numa lona
Sem vida ou bactéria
Não tem limitação
Em Aquarius é assim
Um infinito sem fim
Pássaro sempre a voar
Não precisa ir ao universo
Escrevo no seu verso
Ele chora e vem a mim.
Em Aquarius Já estou
Aqui não tem solidão
O tempo é uma abstração
Ponde, onde o universo – Chorou.
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* Texto escrito e enviado por Luiz Domingos de Luna - Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora, Ceará.

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