Eleição do Brasil terá a presença de mais de 150 observadores de 36 países

Neste domingo, dia 3 de outubro, data na qual será realizada as Eleições Gerais do Brasil, a comunidade internacional estará presente para observar o 1º turno.

Serão mais de 150 autoridades governamentais e não-governamentais, que representam 36 países e várias organizações estrangeiras. As maiores delegações são da Argentina e do México.

De acordo com a Assessoria Internacional do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), essa é a missão mais numerosa e representativa de observadores internacionais que o Brasil já recebeu em apenas uma eleição: nas quatro últimas eleições (de 2002 a 2008) houve uma média de vinte (20) observadores em cada eleição e o número de países nas nestas quatro eleições, também foi menor (35).

Os visitantes serão recebidos pelo TSE e pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) do Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Bahia. Entre os representantes de entidades estão a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlatino e do Parlamento do Mercosul, além de ONGs da África, do Haiti e do Conselho Internacional de Educação Eleitoral, sediado nos Estados Unidos, o qual trará 15 estudantes universitários do Irã e da Turquia para acompanhar as eleições brasileiras.

Outros representantes presentes fazem parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e da União Africana, que têm interesse na cooperação bilateral com o Brasil na área eleitoral. A presença desse grupo de observadores está sendo organizada em coordenação do TSE com o Ministério das Relações Exteriores e com a Associação Brasileira de Cooperação (ABC).


EUROPA - Dos países europeus, o TSE está em contato com países da Europa para promover a cooperação entre instituições eleitorais interessadas. A Itália manifestou interesse em examinar a proposta do Presidente do TSE de utilizar o sistema brasileiro de urnas eletrônicas na votação dos numerosos italianos residentes no Brasil nas eleições presidenciais daquele país em 2012.

Além disso, França, Estônia e Holanda - também já utilizaram urnas eletrônicas. A Rússia, que integra o BRIC (grupo formado por Brasil Rússia, Índia e China) tem interesse na troca de experiências a respeito, planejando informatizar suas eleições em todo o país em 2015.

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Publicado por Jornalismo

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