Quanto mais precoce o diagnóstico, melhor o prognóstico e a taxa de sobrevida. O laboratório também executa os exames das fases I e II do teste, que identificam fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito e doença falciforme. O teste é feito a partir de gotas de sangue colhidas do calcanhar do recém-nascido.
A doença, também conhecida como mucoviscidose, se manifesta com sintomas respiratórios, gastrointestinais e presença excessiva de cloro no suor. Causada por um gene defeituoso, a fibrose cística induz o organismo a produzir secreções espessas que obstruem pulmões e pâncreas.
A insuficiência do pâncreas faz com que a digestão de gorduras e proteínas não seja adequada e os pacientes ficam desnutridos, pois não conseguem absorver os alimentos. A identificação precoce de doenças permite evitar o aparecimento dos sintomas, através do tratamento apropriado, por isso, recomenda-se realizar a coleta para o teste imediatamente entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê e as amostras de sangue devem chegar o mais rápido possível ao Lacen.
O tempo entre a coleta e a realização do teste é de importância vital para dar início ao tratamento dos casos diagnosticados, que deve começar antes dos primeiros 30 dias de vida. Até o dia 4 de abril, 9 crianças foram diagnosticadas com a doença. Em 2013, o Lacen realizou mais de 310 mil exames da fase I e II de todos os 184 municípios do Estado. O laboratório cumpre um importante papel para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde quando contribui com a prevenção e redução da morbimortalidade provocada pelas patologias triadas.
* Com informações da Assessoria de Imprensa do Lacen/CIDH/IPC
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