O tráfico de entorpecentes que sempre dominou os grandes centros urbanos e metrópoles estão ganhando um novo modus operandi: o comércio de drogas no interior.
Nos últimos dias a cidade de Icó, no interior do Ceará, a 350 Km da capital, foi desassossegada por um assustador saldo de mortes.
Nos últimos dias a cidade de Icó, no interior do Ceará, a 350 Km da capital, foi desassossegada por um assustador saldo de mortes.
Vários jovens com menos de 22 anos assassinados a tiros em menos de uma semana, todos eles com suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas.
É de se estranhar que em uma cidade interiorana, com costumes ainda bastante provincianos o tráfico de drogas tenha conseguido prosperar, trazendo consigo uma vasta gama de problemas.
Mas a utopia é necessária a todos, afinal precisamos desta para viver e é daí que surge a filosofia, a moral a religião e também a droga. Todos nós precisamos de uma ‘’válvula de escape’’, um meio de fuga da realidade nem que apenas por pouco tempo.
E quem precisa disto não é o burguês ou o playboy, é o sujeito marginalizado, é a puta, o viado, o pobre e o desempregado, etc.
Estes últimos, de fato, são o foco do traficante, pois diferente da elite social estes são os mais propensos a se juntarem ao tráfico ou virarem zumbis se tornando dependentes e vendendo tudo por uma quantidade da droga. O que está longe da realidade burguesa que mesmo viciada pode se internar em uma clínica de reabilitação e logo ‘’sumir’’ aos olhos do traficante, enfim a burguesia é a que menos sofre com essa problemática.
Já a puta, o viado, o pobre, o desempregado e mesmo o trabalhador-operário são os que vão acabar se afundando cada vez mais no poço sem fundo do tráfico, numa espiral infinita no qual só haverão duas saídas: a cadeia ou o Cemitério.
É de se estranhar que em uma cidade interiorana, com costumes ainda bastante provincianos o tráfico de drogas tenha conseguido prosperar, trazendo consigo uma vasta gama de problemas.
Mas a utopia é necessária a todos, afinal precisamos desta para viver e é daí que surge a filosofia, a moral a religião e também a droga. Todos nós precisamos de uma ‘’válvula de escape’’, um meio de fuga da realidade nem que apenas por pouco tempo.
E quem precisa disto não é o burguês ou o playboy, é o sujeito marginalizado, é a puta, o viado, o pobre e o desempregado, etc.
Estes últimos, de fato, são o foco do traficante, pois diferente da elite social estes são os mais propensos a se juntarem ao tráfico ou virarem zumbis se tornando dependentes e vendendo tudo por uma quantidade da droga. O que está longe da realidade burguesa que mesmo viciada pode se internar em uma clínica de reabilitação e logo ‘’sumir’’ aos olhos do traficante, enfim a burguesia é a que menos sofre com essa problemática.
Já a puta, o viado, o pobre, o desempregado e mesmo o trabalhador-operário são os que vão acabar se afundando cada vez mais no poço sem fundo do tráfico, numa espiral infinita no qual só haverão duas saídas: a cadeia ou o Cemitério.
* Texto escrito e enviado pelo estudante Carlos Dias

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