O esforço fiscal no mês passado foi menor do que o registrado em agosto de 2011 [R$ 4,561 bilhões].
Nos oito meses do ano, o superávit primário ficou em R$ 74,225 bilhões, menor do que o resultado de igual período de 2011 [R$ 96,54 bilhões].
Em 12 meses encerrados em agosto, o resultado ficou em R$ 106,395 bilhões, o que representa 2,46% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto [PIB]. A meta para este ano é R$ 139,8 bilhões.
O esforço fiscal do setor público não foi suficiente para cobrir os gastos com os juros que incidem sobre a dívida.
Esses juros chegaram a R$ 19,118 bilhões, em agosto, e acumularam R$ 147,58 bilhões, nos oito meses do ano, ante R$ 21,663 bilhões e R$ 160,207 bilhões, respectivamente em iguais períodos de 2011. Com isso, o déficit nominal, formado pelo resultado primário e pelas despesas com juros, ficou em R$ 16,121 bilhões, no mês passado, e em R$ 73,355 bilhões, de janeiro a agosto.
Em agosto do ano passado, o déficit nominal ficou em R$ 17,101 bilhões, e nos oito meses de 2011 em R$ 63,667 bilhões.
Nos oito meses do ano, o Governo Central [Banco Central, Tesouro Nacional e Previdência Social] registrou superávit primário de R$ 53,069 bilhões, enquanto os governos regionais [estaduais e municipais] apresentaram R$ 19,357 bilhões e as empresas estatais, excluídos os grupos Petrobras e Eletrobras, registraram R$ 1,799 bilhão.
Somente em agosto, o superávit primário do Governo Central foi R$ 1,173 bilhão. Os governos regionais registraram superávit de R$ 1,483 bilhão, e as empresas estatais de R$ 341 milhões.
* Com informações da Agência Brasil
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