Atualmente, administrado pela organização de produtores detentores de lotes, de forma colegiada, fundamentada por um convênio de transferência de gestão assinado entre o Dnocs e o Distrito de Irrigação, tem em seu portfólio uma variedade de culturas em produção, com destaque para a fruticultura irrigada.
Em sua área, atualmente, os irrigantes plantam e colhem banana, abacaxi, melancia, melão, mamão, maracujá, milho, abóbora, caju, manga, graviola, coco, laranja, goiaba, acerola, sapoti, mandioca, feijão, pimentão, limão, tomate, macaxeira, batata-doce, tangerina, abacate, cana e flores.
Segundo o gerente executivo do Distrito de Irrigação Baixo Acaraú [DIBAU], José Luciano Sales, recentemente, membros e técnicos desse polo produtivo estiveram reunidos com o diretor geral do Dnocs, Emerson Fernandes, e outros dirigentes, com a finalidade de encontrar soluções para alguns questionamentos sobre uma política voltada para a sustentabilidade daquela área produtiva. Pendências relativas a repasse de recursos para manutenção e melhoria da infraestrutura foram discutidas no encontro.
Luciano Sales solicitou, na ocasião, a instalação de uma agroindústria que viria melhorar o aproveitamento da produção do perímetro, minimizando alguns desperdícios existentes, bem como, recuperação de áreas produtivas.
O perímetro tem uma área total de 8.335 hectares [ha], compreendendo área em produção, área não implantada, e uma reserva indígena de cerca de 590ha. Pelo Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, estão sendo implantados mais 2.176ha, correspondentes à 2ª etapa do projeto.
* Com informações da Divisão de Comunicação Social do Dnocs
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