Coligação de Icó entra na justiça por suposta irregularidade em horário eleitoral

Um fato repercutiu juridicamente e na mídia cearense, através do jornal O Estado, foi contestado pela coligação "É Hora de Renovar", integrada pelos partidos PDT/ PHS/ PMN/ PC do B.

O fato reportado, segundo a coligação que integra a base da situação, aconteceu no último dia 21, primeiro dia da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.

A coalizão de partidos entrou na justiça em razão de que, no referido dia, o seu programa de abertura de campanha no rádio teria sido alterado dentro da emissora geradora, a Rádio Brasil FM.

Dos mais de uma dezena de candidatos que integram a coligação para a Câmara de Vereadores de Icó, dois não teriam ido gravar no estúdio designado pelo comando da campanha. Eliseu Amâncio de Lima [PMN] e Solange Ferreira de Andrade [PMN], se coligaram, através do partido, com a aliança da situação, mas apoiam a posição.

DENÚNCIA - Na denúncia feita pela coligação "É Hora de Renovar", se afirma que, fechado o programa foi protocolado no recebimento, na data do dia 20, a hora e o tempo exato, para não extrapolar no horário eleitoral gratuito do rádio.

O guia deve ser entregue à emissora geradora até as 15h do dia anterior à exibição. Nesta situação, na veiculação do horário eleitoral do dia 21, mesmo sem enviar as gravações para serem inseridas no programa da coligação, os dois candidatos saíram através de "vozes fantasmas", de acordo com a coalizão partidária.

Os dirigentes da coligação procuraram junto à emissora geradora maiores informações do fato e o responsável pelo recebimento do programa informou que os vereadores exigiram que duas gravações deles fossem incluídas no programa fechado e entregue com tempo exato.

Segundo a matéria do jornal "O Estado", nessa segunda-feira [27], os advogados da coligação Daniel dos Santos e Abreu Fialho, entraram com representação judicial junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Ceará [TRE-CE], pela gravidade alegada pelos advogados.

Caso seja confirmado a irregularidade no fato, a emissora icoense pode perder a guarda e a exibição dos programas eleitorais, os dirigentes da emissora seriam punidos ou até o fechamento da própria emissora.


* Com informações do jornal O Estado
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Publicado por Jornalismo

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