Durante esta semana, uma missão do Banco Mundial [Bird] realiza visita ao Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente [Conpam], do Governo do Estado, para consolidar o pleito de prorrogação do projeto Mata Branca que se desenvolve no Ceará e na Bahia desde agosto de 2007.
Judith Lisansky e Alberto Gomes da Costa querem receber no formato certo, com atividades, cronograma e recursos, um relato de tudo que foi executado, nos dois estados, com apoio do Bird, para apresentar em Washington a justificativa do pedido, já no próximo dia 27.
O presidente do Conpam, Paulo Henrique Lustosa, explicou que o Mata Branca deslanchou no Ceará no ano passado e que a proposta de prorrogação, por mais um ano, é para poder acompanhar os desdobramentos, enfim ver os resultados.
A ideia é levar também os projetos em execução nos Inhamuns para serem replicados no Vale do Jaguaribe. Ele também defendeu o engajamento do pessoal do Mata Branca na Rio + 20, pela experiência de trabalhar com a pobreza.
RECURSOS - A coordenadora local do projeto Mata Branca, Tereza Farias, e o secretário adjunto do Conpam, Iraguassu Teixeira Filho, explicaram que durante esses cinco anos, o Ceará e a Bahia receberam uma doação de US$ 10 milhões concedidos pelo Mundo Mundial para o Meio Ambiente [GEF], tendo como agência implementadora o Banco Mundial e como gestora financeira a Fundação Luís Eduardo Magalhães. Essas entidades estão participando da reunião que acontece de hoje a sexta-feira, no auditório do Conpam.
O Mata Branca objetiva contribuir para a preservação, conservação e manejo sustentável da biodiversidade do Bioma Caatinga nos Estados da Bahia e do Ceará, melhorando simultaneamente a qualidade de vida de seus habitantes através da introdução de práticas de desenvolvimento sustentável.
* Com informações da Assessoria de Comunicação do Conpam
Judith Lisansky e Alberto Gomes da Costa querem receber no formato certo, com atividades, cronograma e recursos, um relato de tudo que foi executado, nos dois estados, com apoio do Bird, para apresentar em Washington a justificativa do pedido, já no próximo dia 27.
O presidente do Conpam, Paulo Henrique Lustosa, explicou que o Mata Branca deslanchou no Ceará no ano passado e que a proposta de prorrogação, por mais um ano, é para poder acompanhar os desdobramentos, enfim ver os resultados.
A ideia é levar também os projetos em execução nos Inhamuns para serem replicados no Vale do Jaguaribe. Ele também defendeu o engajamento do pessoal do Mata Branca na Rio + 20, pela experiência de trabalhar com a pobreza.
RECURSOS - A coordenadora local do projeto Mata Branca, Tereza Farias, e o secretário adjunto do Conpam, Iraguassu Teixeira Filho, explicaram que durante esses cinco anos, o Ceará e a Bahia receberam uma doação de US$ 10 milhões concedidos pelo Mundo Mundial para o Meio Ambiente [GEF], tendo como agência implementadora o Banco Mundial e como gestora financeira a Fundação Luís Eduardo Magalhães. Essas entidades estão participando da reunião que acontece de hoje a sexta-feira, no auditório do Conpam.
O Mata Branca objetiva contribuir para a preservação, conservação e manejo sustentável da biodiversidade do Bioma Caatinga nos Estados da Bahia e do Ceará, melhorando simultaneamente a qualidade de vida de seus habitantes através da introdução de práticas de desenvolvimento sustentável.
* Com informações da Assessoria de Comunicação do Conpam
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