Durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa desta sexta-feira [20], os deputados Heitor Férrer [PDT, ELiane Novais [PSB] e Roberto Mesquita [PV] voltaram a usar o Plenário 13 de Maio para abordarem sobre a polêmcia dos empréstimos consignados.A parlamentar Novais criticou declarações dadas nesta quinta-feira [19] pelo governador Cid Gomes sobre o escândalo dos empréstimos consignados.
Na ocasião, ele descartou a possibilidade de tráfico de influência entre membros do Executivo e a empresa Administradora Brasileira de Cartões [ABC], responsável pela concessão dos créditos. Afirmou ainda que dá o caso por encerrado.
“Jamais o senhor poderia ter se pronunciado dessa forma. O senhor demonstrou um verdadeiro descaso para com servidores públicos, parlamentares e sociedade. O senhor foi muito infeliz”, afirmou Eliane.
Segundo ela, os funcionários foram levados a aderir a uma modalidade denominada “Cartão Único”, sob a promessa de que suas vidas financeiras seriam organizadas. A iniciativa teria partido do próprio Governo, com a implementação de um programa de sensibilização. Para Eliane, o que aconteceu, no entanto, foi o contrário. Ao invés de as dívidas serem renegociadas, os valores foram reescalonados. “Isso aconteceu de forma planejada e gerou ainda mais endividamento. Sabemos de casos de servidores que venderam sua moradia para pagar dívidas” relatou.
Férrer denunciou que a Promus recebe em torno de R$ 3,8 milhões mensais para executar a concessão de créditos consignados. “O esquema de enriquecimento fácil montado pelo Estado, rende por mês bem mais que uma mega-sena”, apontou.
O parlamentar ressaltou que foi ao Ministério Público para apurar o andamento das denúncias dos consignados. “O que descobrimos é que os empréstimos renderam em dois anos e dois meses, R$ 101 milhões para um cidadão que não produz uma lâmina de aço, um pacote de biscoite e nem põe um tijolo sobre outro. Todos os dias, no fim do expediente, ele recebe R$ 130 mil reais de 62 mil escravos, que são os servidores empobrecidos. Isso é um escárnio”, afirmou.
Já o pevista Mesquita pediu que o governador reveja o caso dos empréstimos consignados dos servidores públicos estaduais. O parlamentar disse se sentir incomodado ao “requentar” o assunto.
Na sua visão, o caso não estaria totalmente esclarecido. Conforme declarou, ainda é preciso descobrir como se estabeleceu um esquema que favorece um pequeno grupo em detrimento da grande maioria dos servidores do Estado. “Está caracterizado de todas as formas como tráfico de influência. Mas Cid Gomes disse que não encontrou indícios desse tráfico na contratação da ABC, e que nenhum servidor foi enganado.”
* Com informações da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
Férrer denunciou que a Promus recebe em torno de R$ 3,8 milhões mensais para executar a concessão de créditos consignados. “O esquema de enriquecimento fácil montado pelo Estado, rende por mês bem mais que uma mega-sena”, apontou.
O parlamentar ressaltou que foi ao Ministério Público para apurar o andamento das denúncias dos consignados. “O que descobrimos é que os empréstimos renderam em dois anos e dois meses, R$ 101 milhões para um cidadão que não produz uma lâmina de aço, um pacote de biscoite e nem põe um tijolo sobre outro. Todos os dias, no fim do expediente, ele recebe R$ 130 mil reais de 62 mil escravos, que são os servidores empobrecidos. Isso é um escárnio”, afirmou.
Já o pevista Mesquita pediu que o governador reveja o caso dos empréstimos consignados dos servidores públicos estaduais. O parlamentar disse se sentir incomodado ao “requentar” o assunto.
Na sua visão, o caso não estaria totalmente esclarecido. Conforme declarou, ainda é preciso descobrir como se estabeleceu um esquema que favorece um pequeno grupo em detrimento da grande maioria dos servidores do Estado. “Está caracterizado de todas as formas como tráfico de influência. Mas Cid Gomes disse que não encontrou indícios desse tráfico na contratação da ABC, e que nenhum servidor foi enganado.”
* Com informações da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
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