O emprego industrial teve crescimento de 1% em 2011. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira [10] pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE] e mostram que a taxa ficou abaixo dos 3,4% do ano anterior.
Em dezembro, o emprego na indústria variou 0,2% na comparação com novembro, após registrar taxas negativas em setembro [-0,4%], outubro [-0,5%] e novembro [-0,1%]. Na comparação com dezembro de 2010, o índice caiu 0,4%.
O contingente de trabalhadores recuou em sete dos quatorze locais pesquisados. Já o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria teve variação de 0,4% na comparação com novembro, após apontar recuos de 0,8% em setembro, 0,9% em outubro e de 0,2% em novembro.
Ainda na comparação com novembro, o número de horas pagas diminuiu em doze dos dezoito setores pesquisados, com destaque para: vestuário [-6,4%], produtos de metal [-5,5%], calçados e couro [-6,7%], madeira [-11,9%], borracha e plástico [-4,6%] e têxtil [-4,7%]. As contribuições positivas ficaram por parte de: alimentos e bebidas [2,3%], meios de transporte [2,3%] e outros produtos da indústria de transformação [3,2%].
O IBGE informou também que o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria cresceu 4,2% no acumulado de 2011, mas recuou 2,1% ante o mês imediatamente anterior, após avançar 0,7% em novembro. Na comparação com dezembro de 2010, o valor da folha de pagamento real cresceu 3,1%.
Em dezembro, o emprego na indústria variou 0,2% na comparação com novembro, após registrar taxas negativas em setembro [-0,4%], outubro [-0,5%] e novembro [-0,1%]. Na comparação com dezembro de 2010, o índice caiu 0,4%.
O contingente de trabalhadores recuou em sete dos quatorze locais pesquisados. Já o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria teve variação de 0,4% na comparação com novembro, após apontar recuos de 0,8% em setembro, 0,9% em outubro e de 0,2% em novembro.
Ainda na comparação com novembro, o número de horas pagas diminuiu em doze dos dezoito setores pesquisados, com destaque para: vestuário [-6,4%], produtos de metal [-5,5%], calçados e couro [-6,7%], madeira [-11,9%], borracha e plástico [-4,6%] e têxtil [-4,7%]. As contribuições positivas ficaram por parte de: alimentos e bebidas [2,3%], meios de transporte [2,3%] e outros produtos da indústria de transformação [3,2%].
O IBGE informou também que o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria cresceu 4,2% no acumulado de 2011, mas recuou 2,1% ante o mês imediatamente anterior, após avançar 0,7% em novembro. Na comparação com dezembro de 2010, o valor da folha de pagamento real cresceu 3,1%.
* Com informações da Agência Brasil
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