Com isso, o indicador acumulou no ano alta de 6,19% e ficou abaixo da taxa acumulada pelo Índice de Preços ao Consumidor Geral [IPC-BR] no mesmo período [6,36%]. Em 2010, o IPC-3i havia registrado elevação acumulada de 6,27%.
De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira [12] pela Fundação Getulio Vargas [FGV], a principal pressão para o aumento do índice entre os dois trimestres partiu dos alimentos, cuja taxa passou de 0,82% para 2,38%. Ficaram mais caros ou reduziram o ritmo de queda os itens hortaliças e legumes [de -12,28% para -3,22%], carnes bovinas [de 2,74% para 9,69%] e pescados frescos [de -4,15% para 1,74%].
Também pesaram mais no bolso do consumidor no último trimestre do ano os gastos com educação, leitura e recreação [de -0,27% para 2,43%], vestuário [de 0,77% para 2,57%], saúde e cuidados pessoais [de 1,19% para 1,45%], transportes [de 0,63% para 1,05%] e despesas diversas [e 0,15% para 0,74%].
Por outro lado, houve decréscimo na taxa de habitação [de 1,25% para 1,22%]. Subiram com menos intensidade os preços de aluguel residencial [de 2,21% para 1,39%] e eletrodoméstico [de 0,11% para -3,12%].
* Com informações da Agência Brasil
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