As operações relacionadas com a fauna ocasionaram a apreensão de 35 mil arapucas para a captura de avoantes, sendo que 3.100 aves foram libertadas ainda com vida.
No combate à pesca ilegal, a fiscalização apreendeu 130 mil metros de redes de emalhar para pesca nos açudes do estado e 10 mil kg de peixes de água doce. Somente no combate à pesca ilegal da lagosta, 3.500 kg deste crustáceo, mais de 252 mil metros de caçoeira e 10 compressores foram apreendidos. Além disso, com a atuação nos portos de Pecém e Mucuripe, 1.300 toneladas foram fiscalizadas.
O pargo foi outra espécie que teve sua pesca ilegal enfrentada com todo o rigor pela fiscalização, que apreendeu no nosso litoral por volta de 2 mil kg e 20 barcos. No total, os fiscais passaram 128 dias embarcados a bordo do Naqua, embarcação utilizada no apoio às operações marítimas.
Produtos florestais como lenhas, madeiras cerradas etc. sem comprovação de origem foram detectadas e 30 caminhões portando estes produtos foram apreendidos. Por solicitação do MPE e MPF, mais de 100 lixões foram inspecionados, gerando autuações em 76 municípios.
Tudo isso foi realizado mesmo com a cessão de pessoal para participar das operações na região amazônica, solicitada pela administração central, tendo o Ibama contado com a participação importante de seus parceiros, entre eles, o Pelotão de Polícia Ambiental da Polícia Militar do Estado do Ceará, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Rodoviária Estadual e a Polícia Federal, além da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos [COGER].
José Wilson Uchoa do Carmo, superintendente no Ceará, afirmou que os resultados apresentados acima foram fruto da dedicação dos servidores, que, cientes de suas responsabilidades, não se furtaram ao cumprimento das suas obrigações mesmo diante de eventuais dificuldades.
* Com informações do Ibama Ceará
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