O deputado Leonardo Pinheiro (PR) anunciou, em pronunciamento nesta quarta-feira (04) na Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE), a instalação da Subcomissão de Convivência com o Semiárido, que irá presidir.O colegiado tem como vice a deputada Fernanda Pessoa (PR) e como membros Lula Morais (PCdoB), Professor Pinheiro (PT) e Roberto Mesquita (PV).
De acordo com Leonardo Pinheiro, a comissão pretende se tornar um fórum de discussões sobre formas de enfrentar a problemática vivida pelo homem do campo. Na programação da subcomissão, está o convite a técnicos especialistas para debater as potencialidades da região e as ações definitivas de combate.
O parlamentar observou que a seca não é só física, mas possui repercussões culturais e sociais e é preciso políticas de longo prazo. “Diria que uma das principais questões para o enfrentamento desse problema passa pela educação. É ela que vai permitir a melhoria da genética do gado, técnicas de irrigação e a redução do desemprego no campo”, avaliou.
Ainda se vê, segundo o deputado, áreas sem qualquer perspectiva e viabilidade econômica, porque não existe ainda a utilização de modernas técnicas de irrigação, criação de animais e outros benefícios advindos de novas tecnologias.
O deputado destacou ainda a importância de obras estruturantes como a transposição do Rio São Francisco, para assegurar o abastecimento hídrico da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, garantindo a diversificação da cadeia produtiva; e a ferrovia Transnordestina, contribuindo para o aumento da competitividade dos produtos do Estado em outros centros consumidores.
Para Leonardo Pinheiro, o semiárido pode se tornar um grande referencial na produção de energia eólica, solar e de biocombustíveis, criando uma cadeia produtiva capaz de absorver grande contingente de mão de obra no campo.
Em aparte, o deputado Ferreira Aragão (PDT) informou que no tempo do império, de acordo com pesquisadores, havia cedro e pau-brasil na região de Irauçuba, onde hoje é um deserto. “Levaram toda a madeira. Sem arborização, a região começou a sofrer e hoje é um dos lugares que menos chove”, disse.
* Com informações da AL-CE
O parlamentar observou que a seca não é só física, mas possui repercussões culturais e sociais e é preciso políticas de longo prazo. “Diria que uma das principais questões para o enfrentamento desse problema passa pela educação. É ela que vai permitir a melhoria da genética do gado, técnicas de irrigação e a redução do desemprego no campo”, avaliou.
Ainda se vê, segundo o deputado, áreas sem qualquer perspectiva e viabilidade econômica, porque não existe ainda a utilização de modernas técnicas de irrigação, criação de animais e outros benefícios advindos de novas tecnologias.
O deputado destacou ainda a importância de obras estruturantes como a transposição do Rio São Francisco, para assegurar o abastecimento hídrico da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, garantindo a diversificação da cadeia produtiva; e a ferrovia Transnordestina, contribuindo para o aumento da competitividade dos produtos do Estado em outros centros consumidores.
Para Leonardo Pinheiro, o semiárido pode se tornar um grande referencial na produção de energia eólica, solar e de biocombustíveis, criando uma cadeia produtiva capaz de absorver grande contingente de mão de obra no campo.
Em aparte, o deputado Ferreira Aragão (PDT) informou que no tempo do império, de acordo com pesquisadores, havia cedro e pau-brasil na região de Irauçuba, onde hoje é um deserto. “Levaram toda a madeira. Sem arborização, a região começou a sofrer e hoje é um dos lugares que menos chove”, disse.
* Com informações da AL-CE
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