
O órgão já realizou um levantamento preliminar sobre as condições de trabalho da categoria na região e detectou que várias empresas não cumprem a convenção coletiva de trabalho.
Os principais problemas diagnosticados no Cariri foram a falta de pagamento do piso salarial e o cumprimento da jornada de trabalho de 30 horas semanais, direitos garantidos pelas leis trabalhistas.
O sindicato vai fiscalizar a situação nas empresas e determinar a regularização dos direitos da categoria. Caso isso não ocorra, o órgão irá buscar, junto à Justiça, a autuação das que permanecerem no erro.
Segundo o presidente do Sindjorce, Claylson Martins, é necessário haver uma relação entre profissional e sindicato para que a categoria se fortaleça. “Estamos instalando uma secção no Cariri para por fim aos abusos cometidos até hoje. Queremos acabar com esse tipo de problema”, assegura.
* Com informações do Jornal do Cariri com Ceará Agora
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