LUAR
Eu não sei que tristeza indefinida
traz-me um luar assim... Ave irradia,
em um misto de dor e de alegria,
voa minh'alma em busca d'outra vida...
Parece que há no peito uma ferida
que sangra sem doer...e fria, fria
uma vaga e profunda nostalgia
vem me tocar a fibra mais dorida!
Não se define o que a minh'alma invade:
- um sentimento estranho de saudade
que se exp'rimenta, mas se não traduz...
Saudade que embriaga, como vinho,
e que tem a doçura dum carinho
e a transparência desta branca luz!
Poema da icoense Ana Nogueira Batista
Eu não sei que tristeza indefinida
traz-me um luar assim... Ave irradia,
em um misto de dor e de alegria,
voa minh'alma em busca d'outra vida...
Parece que há no peito uma ferida
que sangra sem doer...e fria, fria
uma vaga e profunda nostalgia
vem me tocar a fibra mais dorida!
Não se define o que a minh'alma invade:
- um sentimento estranho de saudade
que se exp'rimenta, mas se não traduz...
Saudade que embriaga, como vinho,
e que tem a doçura dum carinho
e a transparência desta branca luz!
Poema da icoense Ana Nogueira Batista
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