Muito se falou nessa semana sobre a nomeação do médico Gildivan Oliveira para gerir os destinos do Hospital Regional de Icó. Mas esqueceram de comentar as demais escolhas para o secretariado do prefeito Marcos Nunes (PMDB) para os próximos dois anos.Em suma: fazer uma mudança administrativa é um processo que demanda muito preparo e muita dedicação. Esperávamos mais. Se não deu, só nos resta aguardar por resultados.
O que sabemos é que o gestor municipal preferiu manter a maioria de seus auxiliares, inclusive àqueles que não estavam apresentando resultados positivos em suas respectivas pastas, como a secretária de Cultura e Turismo, Jequélia Alcântara, e o secretário de Saúde, Daniel Peixoto.
Além do HRI, houve mudanças na Secretaria do Trabalho e Ação Social, onde foi nomeado o executivo da Coca-Cola, Rodrigo Sousa, da Região do Cariri, para esta função. Mas, é um desconhecido do povo de Icó e não sabemos ainda como será o seu desempenho. O negócio é esperar os próximos dias e ver de perto como se comportará a frente de uma das mais importantes secretarias de qualquer Prefeitura.
Com a posse de Rodrigo, foi deslocado o ex-secretário do Trabalho e Ação Social Fernando Nunes para a Chefia de Gabinete da Prefeitura Municipal, substituindo o empresário Júnior Nicolau.
Como estão vendo, poucas mudanças, no momento em que a população icoense almejava mais. Agora é aguardar o trabalho e ver se os antigos secretários que permaneceram mudem o estilo de governar e apresentem resultados mais concretos e mais positivos, para o bem de nosso município e de sua gente.
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* Texto do jornalista Voltaire Xavier, em seu blog
2 comentários :
Fico a me perguntar que serventia há na indicação de tantas pessoas, na administração de municipios de pequeno e médio portes, para ocuparem cargos de secretários, se o orçamento é de conhecimento público e as transferências constitucionais têm destinação especificadas por lei, cabendo aos órgãos fiscalizadores, camâras de vereadores, tribunais de contas e ministérios públicos,federal, estadual e da união, fazerem o acompanhamento da aplicação dos recursos?
Não há outro nome que possa ser dado a isso que não seja cabide de emprego. Um prefeito que não consegue dar destinação a um recurso financeiro escasso e limitado, que estar ao alcance do conehcimento de qualquer cidadão que se interesse em conhecê-lo, numa prefeitura pequena, cujas demandas não classificam-se como algo extraordinariamente grande e, ainda assim, não é capaz de colocar as engrenagens da máquina em pleno funcionamento, com o grupo de coloboradores que escolheu e confia, não passa de um incompetente ou é inapto para liderar e motivar o grupo de trabalho que estar sob sua chefia.
discodo e muito dinheiro mais as toneiras abertas nao tem geito e toma foro tendo forro esta de bom tamanho
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