No último dia 5 de novembro, a vizinha cidade de Iguatu comemorou um século da chegada da ferrovia e da inauguração da estação ferroviária. É sabido que o crescimento da antiga Vila da Telha que já fora distrito de Icó ocorreu com mais velocidade após a implantação da estrada de ferro.
O trem impulsionou o desenvolvimento, pois transportava com mais velocidade e em maior quantidade mercadorias e pessoas, ligando, inicialmisente, a cidade de Iguatu à capital do Ceará, e posteriormente ao Sul do Ceará, a região do Cariri.
Após a chegada do trem, Iguatu cresceu, implantou novas lojas, surgiram indústrias de beneficiamento de algodão e de arroz. A população aumentou. Os negócios prosperaram a partir do primeiro quartel do século XX. Isso é fato. Claro que outros fatores contribuíram, pois nem todas as cidades beneficiadas pela ferrovia cresceram como Iguatu.
A implantação da ferrovia em Iguatu relaciona-se na história com o destino do município de Icó. O pesquisador e escritor Miguel Porfírio, escreveu na obra Icó em fatos e memórias, que ‘a mentalidade retrógrada e a intransigência política levaram ao declínio essa rica e aristocrática cidade’.
Por sua localização geográfica, Icó era o maior entreposto comercial do Estado, e o traçado da estrada de ferro alcançava o Icó por sua posição estratégica e pelo papel aglutinador que exercia, mas a recusa do intendente Ilídio Sampaio, apoiado por seus aliados, temendo a chegada de forasteiros, recusou o projeto. Depois dessa atitude inepta, a cidade mergulhou em rápido e inexorável processo de decadência.
Muitos moradores questionam o atual grupo político que está no poder em Icó, mas a julgar pela história os erros cometidos pela elite local, letrada ou não, vem de longe. Não é fruto apenas do atual grupo, em que pese não ter um projeto de crescimento para o município.
Em um passado recente, podemos observar que Icó vem ‘marcando passo’, com sucessivas administrações marcadas pela falta de um projeto inovador, de desenvolvimento e algumas gestões de triste fracasso.
Fiquemos com alguns exemplos das últimas décadas, ora com os médicos Quilon Peixoto e Cardoso Mota (este, um verdadeiro desastre, com afastamento judicial e denúncia de muitas irregularidades) ou com os Nunes, o pai e os dois filhos. Pelo visto, os erros da elite remontam há um século, com poucos hiatos administrativos exitosos.
O trem impulsionou o desenvolvimento, pois transportava com mais velocidade e em maior quantidade mercadorias e pessoas, ligando, inicialmisente, a cidade de Iguatu à capital do Ceará, e posteriormente ao Sul do Ceará, a região do Cariri.
Após a chegada do trem, Iguatu cresceu, implantou novas lojas, surgiram indústrias de beneficiamento de algodão e de arroz. A população aumentou. Os negócios prosperaram a partir do primeiro quartel do século XX. Isso é fato. Claro que outros fatores contribuíram, pois nem todas as cidades beneficiadas pela ferrovia cresceram como Iguatu.
A implantação da ferrovia em Iguatu relaciona-se na história com o destino do município de Icó. O pesquisador e escritor Miguel Porfírio, escreveu na obra Icó em fatos e memórias, que ‘a mentalidade retrógrada e a intransigência política levaram ao declínio essa rica e aristocrática cidade’.
Por sua localização geográfica, Icó era o maior entreposto comercial do Estado, e o traçado da estrada de ferro alcançava o Icó por sua posição estratégica e pelo papel aglutinador que exercia, mas a recusa do intendente Ilídio Sampaio, apoiado por seus aliados, temendo a chegada de forasteiros, recusou o projeto. Depois dessa atitude inepta, a cidade mergulhou em rápido e inexorável processo de decadência.
Muitos moradores questionam o atual grupo político que está no poder em Icó, mas a julgar pela história os erros cometidos pela elite local, letrada ou não, vem de longe. Não é fruto apenas do atual grupo, em que pese não ter um projeto de crescimento para o município.
Em um passado recente, podemos observar que Icó vem ‘marcando passo’, com sucessivas administrações marcadas pela falta de um projeto inovador, de desenvolvimento e algumas gestões de triste fracasso.
Fiquemos com alguns exemplos das últimas décadas, ora com os médicos Quilon Peixoto e Cardoso Mota (este, um verdadeiro desastre, com afastamento judicial e denúncia de muitas irregularidades) ou com os Nunes, o pai e os dois filhos. Pelo visto, os erros da elite remontam há um século, com poucos hiatos administrativos exitosos.
2 comentários :
O fracasso vem de longe e vai durar por muito tempo , pelo menos e o que se espera do Icó.
este ico nao anda e nao vai an dar so desenvovimento so si for na base da maquete naceu para ser pequewn o quem sabe na pro xima encarnaçao
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