
A alma não está nas coisas
Está nas pessoas!
As pessoas fazem as coisas
E não as coisas fazem as pessoas
Elas dão vida às coisas!
Sem as pessoas as coisas são somente coisas
Sem vida,
Sem alma,
São nada,
Somente coisas!
O patrimônio de uma cidade são as pessoas
Que amam
Que rezam
Que enchem as ruas com sua alegria ou com a sua tristeza
São as pessoas que materializam o patrimônio
E não o patrimônio que materializa as pessoas.
Está nas pessoas!
As pessoas fazem as coisas
E não as coisas fazem as pessoas
Elas dão vida às coisas!
Sem as pessoas as coisas são somente coisas
Sem vida,
Sem alma,
São nada,
Somente coisas!
O patrimônio de uma cidade são as pessoas
Que amam
Que rezam
Que enchem as ruas com sua alegria ou com a sua tristeza
São as pessoas que materializam o patrimônio
E não o patrimônio que materializa as pessoas.
Por isso hoje quero homenagear duas grandes mulheres Maria e Rosa. Que seria do Icó sem as nossas queridas Maria e Rosa? Duas princesas de uma nação que veio de longe. As duas nossas familiares. Maria pelo convívio carinhoso de anos dedicação. Rosa afilhada do Padre Raimundo Monteiro, nossa prima.
Maria vive conosco desde pequena, definir o grau de parentesco de Maria Borges com nossa família é um tanto difícil: Irmã, tia, prima, avó. Maria é tudo isso e talvez muito mais. Foi aquela que dedicadamente viu toda uma ou duas gerações, de quem tem dos sessenta anos para baixo nascer, crescer, estudar, casar, morrer... Continua ali firme, com as memórias de nossa família e de sua irmã Mocinha.
Maria vive conosco desde pequena, definir o grau de parentesco de Maria Borges com nossa família é um tanto difícil: Irmã, tia, prima, avó. Maria é tudo isso e talvez muito mais. Foi aquela que dedicadamente viu toda uma ou duas gerações, de quem tem dos sessenta anos para baixo nascer, crescer, estudar, casar, morrer... Continua ali firme, com as memórias de nossa família e de sua irmã Mocinha.
Dona Rosa, a conhecidíssima “Rosa do Padre”, mãe também de um nosso primo, já falecido. É pessoa que poderia ser classificada como um patrimônio imaterial do Icó. “Criada como filha” – em sua expressão - pelo padre Raimundo Dias Montreiro (falecido em 1962), que foi um dos vigários do Icó, e por sua irmã dª Clarinha, foi a herdeira do falecido sacerdote. Trabalhou muito, construiu sua vida criou o seu filho, que hoje não está mais neste plano. Viveu com dignidade, do suor do seu trabalho.
Ambas devotíssimas do Senhor do Bonfim, nosso Orixalá, não faltam a uma adoração sequer nos dias de sexta-feira. Ambas representantes de um Icó de outros tempos.
As duas, maravilhosas pessoas, e a todos os afrodescententes do Icó e a quem nossa cidade e sua cultura muito deve, em todos os aspectos rendemos nossa homenagem e os nosso respeito.
Música Rosa Maria:
http://www.youtube.com/watch?v=MpaNVNZDwsE
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* Texto escrito por Washington Luiz Peixoto Vieira, em seu blog
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