Positivo por um lado, Ruim por outros. Essa é a situação do Icó, que melhorou seus índices de 2006 para 2008, mas que não acompanhou o desenvolvimento do Ceará.Resultado: Subida no ranking, mas queda na qualidade de vida. Os números são do Índice de Desenvolvimento Municipal (IDM), divulgados recentemente pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).
O exemplo que podemos trazer para a explicação da "melhora, mas nem tanto", é de que no IDM de 2008, o Icó, na região, está atrás de Iguatu (13º), Cedro (19º), Ipaumirim (26º), Jaguaribe (51º), Orós (69º), Lavras da Mangabeira (77º) e Baixio (89º). À frente apenas de Umari (112º) e Pereiro (121º).
ESTUDO - O estudo demonstra ainda que o Ceará continua sendo um Estado com forte concentração econômica em poucas localidades. Apesar da situação, foram registradas melhoras em 2008, com a apresentação de desenvolvimento razoável entre os municípios.
O IDM retrata o nível de desenvolvimento de cada município cearense e é composto por uma análise de 30 indicadores. A pesquisa, além de apontar se determinado município tem avançado ou não em termos de desenvolvimento social, econômico ou na infra-estrutura, serve para orientar políticas públicas de prefeituras e do governo estadual. Os indicadores versam sobre aspectos sociais, econômicos, fisiográficos e de infra-estrutura.
As edições do índice tiveram início em 1999, seguindo, logo após, os dados de 2000, 2004, 2006 e, os mais recente e com dados preliminares, de 2008. A pesquisa também agrupa os municípios por índice de desenvolvimento, que vão de 1 a 4, no sentido de menor número o melhor desenvolvimento.
CEARÁ - No Ceará, observamos algumas diferenças. Faremos uma comparação ao IDM de 2008 para o de 2006, observando melhoras e/ou pioras nos dados. O melhor IDM de 2006 é de Fortaleza (89,56), fato que se repete em 2008, porém com uma queda para 85,45.
A diferença ocorrida é que apenas a capital cearense aparece como de classe "1" em 2008, o que representa melhor densenvolvimento, diferente de 2006, quando eram 27 municípios. Já entre os piores, o último continua sendo Aiuaba, com uma melhora no índice de 6,87 (2006) para 8,97 (2008).
Veja os dez melhores IDMs do Ceará em 2008:
1. Fortaleza (85,41 - classe 1)
2. Eusébio (64,86 - classe 2)
3. Sobral (60,56 - classe 2)
4. Maracanaú (58,70 - classe 2 )
5. Horizonte (56,57 - classe 2)
6. Barbalha (54,83 - classe 2)
7. Crato (50,48 - classe 2)
8. Limoeiro do Norte (47,81 - classe 2)
9. Juazeiro do Norte (47,55 - classe 2 )
10. São Gonçalo do Amarante (46,13 - classe 2)
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Os dez piores IDMs cearenses de 2008:
175. Arneiroz (17,00 - classe 4)
176. Quiterianópolis (16,98 - classe 4)
177. Salitre (14,59 - classe 4)
178. Tejuçuoca (14,51 - classe 4)
179. Caridade (14,13 - classe 4)
180. Alcântaras (13,37 - classe 4)
181. Choró (11,80 - classe 4)
182. Tarrafas (11,50 - classe 4)
183. Ibaretama (10,13 - classe 4)
184. Aiuaba (8,97 - classe 4)
A diferença ocorrida é que apenas a capital cearense aparece como de classe "1" em 2008, o que representa melhor densenvolvimento, diferente de 2006, quando eram 27 municípios. Já entre os piores, o último continua sendo Aiuaba, com uma melhora no índice de 6,87 (2006) para 8,97 (2008).
Veja os dez melhores IDMs do Ceará em 2008:
1. Fortaleza (85,41 - classe 1)
2. Eusébio (64,86 - classe 2)
3. Sobral (60,56 - classe 2)
4. Maracanaú (58,70 - classe 2 )
5. Horizonte (56,57 - classe 2)
6. Barbalha (54,83 - classe 2)
7. Crato (50,48 - classe 2)
8. Limoeiro do Norte (47,81 - classe 2)
9. Juazeiro do Norte (47,55 - classe 2 )
10. São Gonçalo do Amarante (46,13 - classe 2)
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Os dez piores IDMs cearenses de 2008:
175. Arneiroz (17,00 - classe 4)
176. Quiterianópolis (16,98 - classe 4)
177. Salitre (14,59 - classe 4)
178. Tejuçuoca (14,51 - classe 4)
179. Caridade (14,13 - classe 4)
180. Alcântaras (13,37 - classe 4)
181. Choró (11,80 - classe 4)
182. Tarrafas (11,50 - classe 4)
183. Ibaretama (10,13 - classe 4)
184. Aiuaba (8,97 - classe 4)
ICÓ - O município de Icó melhorou seu ranking e índice em 2008 se comparado a 2006, porém o principal, na classe, registrou queda da 3 para a 4, a última e com os piores números. Para ilustrar melhor, vamos trazer os números de 2006 e 2008 abaixo (clique para ampliar):

Os números comprovam que houve uma melhoria (aumento de índice) para o Icó, em todos as áreas divididas, com uma subida no ranking, de 132 para a 107, porém além de continuar entre os últimos, o nível de desenvolvimento caiu. Ou seja, o Icó melhorou, mas o resto do Ceará melhorou muito mais.
Fazendo um comparativo desde o início do IDM, em 1999, os rankings de Icó foram:
1999 - 110º lugar (22,05 - classe 3)
2000 - 88º lugar (25,10 - classe 3)
2002 - 119º lugar (22,19 - classe 4)
2004 - 119° lugar (20,18 - classe 4)
2006 - 132º lugar (21,71 - classe 3)
2008 - 107° lugar (26,08 - classe 4)
O que se pode observar é uma oscilação entre a 88º e a 132º colocação, e que não há uma melhora constante. Quando se melhora, depois piora ou no ranking ou na classe. O fato é de que não há um consistente trabalho para que o município tenha meloras na qualidade de vida, e que desde 2000 o Icó continua depois dos 100 primeiros (a maioria).
Mesmo quando consegue a melhor colocação, o Icó deixa a desejar com a falta de grandes números, o que denota uma falta de investimentos da Prefeitura Municipal, desde 1999 até 2008, anos referentes à pesquisa do Ipece. Traremos ainda informações do Icó e da região no IDM 2008.

Os números comprovam que houve uma melhoria (aumento de índice) para o Icó, em todos as áreas divididas, com uma subida no ranking, de 132 para a 107, porém além de continuar entre os últimos, o nível de desenvolvimento caiu. Ou seja, o Icó melhorou, mas o resto do Ceará melhorou muito mais.
Fazendo um comparativo desde o início do IDM, em 1999, os rankings de Icó foram:
1999 - 110º lugar (22,05 - classe 3)
2000 - 88º lugar (25,10 - classe 3)
2002 - 119º lugar (22,19 - classe 4)
2004 - 119° lugar (20,18 - classe 4)
2006 - 132º lugar (21,71 - classe 3)
2008 - 107° lugar (26,08 - classe 4)
O que se pode observar é uma oscilação entre a 88º e a 132º colocação, e que não há uma melhora constante. Quando se melhora, depois piora ou no ranking ou na classe. O fato é de que não há um consistente trabalho para que o município tenha meloras na qualidade de vida, e que desde 2000 o Icó continua depois dos 100 primeiros (a maioria).
Mesmo quando consegue a melhor colocação, o Icó deixa a desejar com a falta de grandes números, o que denota uma falta de investimentos da Prefeitura Municipal, desde 1999 até 2008, anos referentes à pesquisa do Ipece. Traremos ainda informações do Icó e da região no IDM 2008.
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