Leão e Vovô: “Haja expectativa” (O Povo)
“É noite de decisão para o futebol cearense na Série B do Campeonato Brasileiro. No Castelão, o Fortaleza encara a Ponte Preta em busca de sobrevida na luta contra o rebaixamento. Caso o time vença, pode terminar a rodada a dois pontos de sair da zona da degola. Em Goiânia, o ceará joga contra o Atlético-GO, no Serra Dourada. Uma vitória coloca o Vovô com um pé na Série A.
Repercussão: “Denúncia de tortura será conduzida à ONU” (Diário do Nordeste)
A denúncia de que um grupo de assaltantes presos na Região Metropolitana de Fortaleza há duas semanas, foi vítima de torturas, começa a ganhar repercussão nacional e internacional. Em Brasília, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, em reunião deliberativa, aprovou, por unanimidade, uma moção de repúdio ao fato e informou que o episódio será comunicado ao Alto Comissariado das Nações Unidas Para os Direitos Humanos.
Abrigos: “Crianças sentem dor e solidão precocemente” (O Estado)
As frustrações decorrentes de relacionamentos desfeitos e a dor da solidão são conhecidos precocemente por crianças que vivem em abrigos. O destino da vida adulta prenuncia-se obscuro, principalmente para aqueles que permanecem os anos da infância e da pré-adolescência nesses recintos. As crianças abrigadas, entre 4 e 12 anos de idade, são dificilmente procuradas para adoção, declara a coordenadora do abrigo público Tia Júlia ,no Ceará, Luiza Helena, que recebe primordialmente meninas e meninos de 0 a 7 anos. O primeiro momento crucial pelo qual as crianças passam é a rejeição dos pais biológicos, quando são levadas pela Justiça ou Conselho Tutelar às instituições de abrigamento, onde são acolhidas, ficando na expectativa de serem inseridas definitivamente em um lar.
Fonte: Jangadeiro Online.
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