Veja os destaques dos jornais cearenses nesta quarta-feira

Reviravolta: “Bandidos revelam tortura para confessar atentado” (Diário do Nordeste)

A prisão de uma quadrilha de assaltantes, na semana passada, numa operação conjunta da Polícia Civil com o Ministério Público e a Coordenadoria de Inteligência (Coin), da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), provocou, ontem, uma completa reviravolta das investigações sobre o atentado sofrido, há quase dois meses, pela delegada da Polícia Civil, Alexandra Medeiros; e o seu esposo, o inspetor Fernando Cavalcante. Os quatro homens presos revelaram, ontem, em depoimento à portas fechadas, e que durou mais de seis horas, no Departamento de Inteligência Policial (DPI), na presença de representantes de Comissões de Direitos Humanos da OAB-CE e da Pastoral Carcerária terem sido vítimas de torturas.

Aumento: “Gasolina a R$2,69” (O Povo)

O preço do álcool e da gasolina está mais caro nos postos da capital desde a tarde de ontem. Em alguns casos, o aumento é de até 11% – postos em que o litro do álcool custava R$ 1,77 e agora R$ 1,99. Já o litro da gasolina, que vinha custando R$ 2,35, agora chega a R$ 2,69 – 14,5% a mais. Com esses aumentos, o motorista de Fortaleza que tiver um carro bicombustível (flex) terá de pensar duas vezes antes de abastecer com álcool, que está custando 73,9% do valor do livro da gasolina.

Tráfico: “PF apreende 31 kg de cocaína e 18,3kg de crack” (O Estado)

A Polícia Federal do Ceará, através da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), apreendeu 10 quilos de crack, 31 quilos de cocaína e artigos de segurança armada no bairro Passaré. Ontem, os quatro acusados do tráfico foram apresentados à Polícia: Carlos Alberto Fernandes Coelho, 48, cearense; Alexandre Magno Rocha, 26; o pai dele, Clodomiro José Rocha Neto, 58; e Maicon Rosa, 22, paranaenses. A PF já investigava Carlos Alberto há dois meses. De acordo com o delegado titular da DRE, Glayston Santos, a droga não é fabricada em Fortaleza e, em depoimento, a quadrilha negou o envolvimento no crime. “Eles disseram que não sabiam por que estavam presos e que iriam só abrir uma empresa de cursos para vigilantes”, relata Glayston.

Fonte: Jangadeiro Online.

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Publicado por Alanna Moreira

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