
Emprego e renda, trabalho digno para sustentar a família; este é o sonho de mulheres e homens de bem do Icó.
Porém, os discursos em prosa e verso, que falam do assunto em alusão, encerram-se a cada final de processo eleitoral na urbe. Quando a realidade e as promessas da refrega da campanha da “caça” ao voto passam, permanece apenas a desilusão duma cidade fantástica, bela por sua arquitetura, história e por sua localização geográfica.
Não faz muito tempo, que o então gerente do Banco do Brasil do Icó, Francisco Ronaldo, fez um levantamento técnico, de todas as cidades do Vale do Salgado e algumas do Centro-Sul, acerca do desempenho de seu PIB – Produto Interno Bruto e da Renda Per Capita (por cada habitante).
O resultado, lamentavelmente, não foi outro: Icó entre os piores incides em PIB e Renda Per Capita.
Já é sabido que o desemprego é crescente em nossa cidade (município); daí o péssimo desempenho dos valores técnicos enfrentados.
O comércio absorve alguns empregos; a prefeitura outros; a agricultura, sem incentivo algum, segura tantos outros no campo...o que nos resta segue para os programas paternalistas penosos dos governos.
Igualmente, o cidadão necessita de trabalho, de remuneração para sustentar os seus. De há muito o Icó não oferece esta condição primeira da dignidade humana: emprego e renda.
Para a discussão, face ao desemprego, repito crescente em Icó, muitos têm procurado alternativas, o que chamamos, na maioria das vezes de subemprego (Emprego duma parte apenas da mão-de-obra disponível).
Neste aspecto observamos espalhados nas avenidas e ruas largas icoense, dezenas de “comércios informais” com vendas de bebidas alcoólicas e “espetinhos”.
Existe uma indústria em Icó: a do espetinho.
Apenas em três locais, existem 12 (doze) comércios de espetinhos, ou seja, famílias inteiras ralando muito para sobreviver com respeito, retidão no desejo de crescer, sem a necessidade de humilhar-se a empregos oficiais da prefeitura, da velha política, da troca de boa mão de obra por votos.
Finalmente, suplicamos a Jesus de Nazaré, que um dia a industrialização realmente chegue ao interior do Ceará, trazendo consigo emprego e renda, com menos sofrimento em seus postos de trabalho.
Porém, os discursos em prosa e verso, que falam do assunto em alusão, encerram-se a cada final de processo eleitoral na urbe. Quando a realidade e as promessas da refrega da campanha da “caça” ao voto passam, permanece apenas a desilusão duma cidade fantástica, bela por sua arquitetura, história e por sua localização geográfica.
Não faz muito tempo, que o então gerente do Banco do Brasil do Icó, Francisco Ronaldo, fez um levantamento técnico, de todas as cidades do Vale do Salgado e algumas do Centro-Sul, acerca do desempenho de seu PIB – Produto Interno Bruto e da Renda Per Capita (por cada habitante).
O resultado, lamentavelmente, não foi outro: Icó entre os piores incides em PIB e Renda Per Capita.
Já é sabido que o desemprego é crescente em nossa cidade (município); daí o péssimo desempenho dos valores técnicos enfrentados.
O comércio absorve alguns empregos; a prefeitura outros; a agricultura, sem incentivo algum, segura tantos outros no campo...o que nos resta segue para os programas paternalistas penosos dos governos.
Igualmente, o cidadão necessita de trabalho, de remuneração para sustentar os seus. De há muito o Icó não oferece esta condição primeira da dignidade humana: emprego e renda.
Para a discussão, face ao desemprego, repito crescente em Icó, muitos têm procurado alternativas, o que chamamos, na maioria das vezes de subemprego (Emprego duma parte apenas da mão-de-obra disponível).
Neste aspecto observamos espalhados nas avenidas e ruas largas icoense, dezenas de “comércios informais” com vendas de bebidas alcoólicas e “espetinhos”.
Existe uma indústria em Icó: a do espetinho.
Apenas em três locais, existem 12 (doze) comércios de espetinhos, ou seja, famílias inteiras ralando muito para sobreviver com respeito, retidão no desejo de crescer, sem a necessidade de humilhar-se a empregos oficiais da prefeitura, da velha política, da troca de boa mão de obra por votos.
Finalmente, suplicamos a Jesus de Nazaré, que um dia a industrialização realmente chegue ao interior do Ceará, trazendo consigo emprego e renda, com menos sofrimento em seus postos de trabalho.
*Texto escrito por Fabrício Moreira da Costa.
1 comentários :
Deixe de ser falso e covarde, você passou oito anos babando os nunes e nunca fez nad pelo Icó, agora que não está "comendo" da vaquinha, fica dando uma de bonzinho.
Não aguento tanto hipocrisia dessa boca imunda.
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