Um mês positivo e que pode significar o início do fim da crise mundial. Pelo menos para o Ceará está é a situação aparente, com o registro de criação de 3.230 vagas formais no estado. Isso representou um crescimento de 0,39% em relação a março deste mesmo ano.Os números, divulgados pelo Caged e trazidos no Jornal Diário do Nordeste, demonstram que houve expansão nos setores da indústria e dos serviços. A situação de números negativos ainda existe, se considerados todos os quatro meses do ano, mas recuou para um decréscimo de 2.732 postos de trabalho com carteira assinada.
CAPITAL E INTERIOR - A Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) liderou na criação de empregos, com mais 2.503 vagas, enquanto o interior respondeu por 727 empregos formais.
NORDESTE - Segundo números informados no Jornal O Estado, a Região Nordeste foi a única que apresentou mais demissões se comparado a contratações, com menos 24.622 postos de trabalho.
BRASIL - Dos 27 estados, 19 conseguiram criar vagas em abril, com destaque para São Paulo (72.022 contratações), Minas Gerais (15.602 postos) e Goiás (14.662 empregos). No ponto oposto, Pernambuco teve 10.985 menos postos.
No total, foi registrado o saldo de 106.205 empregos formais criados no Brasil, com e 1.350.446 de admissões e 1.244.241 desligamentos. A maior quantidade de vagas foram geradas em serviços (+ 59.279), agricultura (+ 22.684) e construção civil (+ 13.388).
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