Icó tem se caracterizado nos últimos tempos por uma acirrada luta política. Grupos antagônicos que brigam entre si para a tomada do poder.
Ideologicamente pouca diferença tem uns dos outros. A mais ou a menos são geralmente atores sociais provindos das elites da cidade com mentalidades conservadoras. Valores morais (ou amorais) éticos ( ou aéticos). Os comandantes poíticos da atualidade são meus contemporâneos de adolescência e juventudade, amigos, parentes e pessoas (de ambos os lados e facções) por quem tenho amizade - quero esclarecer!
A ideologia política destes grupos, infelizmente, está voltada não para o bem da coletividade, nem tão pouco para o progresso do município. É a luta pelo poder, pelo status e pelos recursos públicos.
Num município de recursos escassos, empregabilidade rara, os cargos públicos eletivos e os de livre escolha (comissionados) são buscados com avidez. É uma espécie de contratação temporária: Eis o grande problema do Icó.
Dentre os males “aparentes” da politicagem baixa, aparecem tênues sinais de cidadania política, isso quando há o envolvimento das pessoas nas questões municipais, na crítica acirrada aos adversários, às denúncias aos poderes públicos de irregularidades. Isso é bom, pois pelo menos, dos males o menor – não se vê a apatia política de outros municípios, quando não há o envolvimento da juventude nas ações políticas.
Mas por outro lado a juventude olha para os “políticos” com ares de desconfiança. Aquele ou aquela que se envolvem em “política” são “candidatos” a terem daí por diante “condutas suspeitas”! Isso é terrível. Esse ponto de vista da juventudade (e do povo em geral) permeia o povo brasileiro desde o tempo da colonização.
Não seria hora de buscar-se investimentos para a região, redefinir políticas agrícolas, rever o platio de culturas perdidas, aproveritar a crise econômica nacional e internaciol para redirecionar a economia do município? Buscar-se alguma indústria, ao invés de ficar mendicando à eternidade recursos mendicantes de bolsas família (e outras misérias) e FPM e dinheiro do SUS, que não foram gerados no município e são rendimentos artificiais?
Não seria hora de rever a política turística, uma vez que a cidade é uma das raras Cidades Patrimônio Nacional? Implantar hotéis temáticos nos sobradões, comidas típicas, aproveitar melhor as águas do salgado e dos perímetros irrigados, as fazendas de gado?
Penso que os políticos icoenses deveriam aproveitar o grande “capital social político” da juventude icoense, fazer um “mea-culpa” e partir para uma formação cidadã mais ética e compromissada com valores que a sociedade do Icó necessita.
De intrigas e futricas - já basta - delas o inferno está cheio!
Washington Luiz Peixoto Vieira
wlpv1@hotmail.com
Ideologicamente pouca diferença tem uns dos outros. A mais ou a menos são geralmente atores sociais provindos das elites da cidade com mentalidades conservadoras. Valores morais (ou amorais) éticos ( ou aéticos). Os comandantes poíticos da atualidade são meus contemporâneos de adolescência e juventudade, amigos, parentes e pessoas (de ambos os lados e facções) por quem tenho amizade - quero esclarecer!
A ideologia política destes grupos, infelizmente, está voltada não para o bem da coletividade, nem tão pouco para o progresso do município. É a luta pelo poder, pelo status e pelos recursos públicos.
Num município de recursos escassos, empregabilidade rara, os cargos públicos eletivos e os de livre escolha (comissionados) são buscados com avidez. É uma espécie de contratação temporária: Eis o grande problema do Icó.
Dentre os males “aparentes” da politicagem baixa, aparecem tênues sinais de cidadania política, isso quando há o envolvimento das pessoas nas questões municipais, na crítica acirrada aos adversários, às denúncias aos poderes públicos de irregularidades. Isso é bom, pois pelo menos, dos males o menor – não se vê a apatia política de outros municípios, quando não há o envolvimento da juventude nas ações políticas.
Mas por outro lado a juventude olha para os “políticos” com ares de desconfiança. Aquele ou aquela que se envolvem em “política” são “candidatos” a terem daí por diante “condutas suspeitas”! Isso é terrível. Esse ponto de vista da juventudade (e do povo em geral) permeia o povo brasileiro desde o tempo da colonização.
Não seria hora de buscar-se investimentos para a região, redefinir políticas agrícolas, rever o platio de culturas perdidas, aproveritar a crise econômica nacional e internaciol para redirecionar a economia do município? Buscar-se alguma indústria, ao invés de ficar mendicando à eternidade recursos mendicantes de bolsas família (e outras misérias) e FPM e dinheiro do SUS, que não foram gerados no município e são rendimentos artificiais?
Não seria hora de rever a política turística, uma vez que a cidade é uma das raras Cidades Patrimônio Nacional? Implantar hotéis temáticos nos sobradões, comidas típicas, aproveitar melhor as águas do salgado e dos perímetros irrigados, as fazendas de gado?
Penso que os políticos icoenses deveriam aproveitar o grande “capital social político” da juventude icoense, fazer um “mea-culpa” e partir para uma formação cidadã mais ética e compromissada com valores que a sociedade do Icó necessita.
De intrigas e futricas - já basta - delas o inferno está cheio!
Washington Luiz Peixoto Vieira
wlpv1@hotmail.com
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