
Depois do Cariri, Salgado e Zona Norte, as chuvas começaram a "bater na porta" dos Inhamuns, região onde as chuvas são poucas.
As cidades de Crateús, Novo Oriente, Canindé e Quiterianópolis estão entre as que mais sofrem.
Em Crateús, a 401 km de Fortaleza, a situação é mais complicada. De acorodo com os jornais O Povo e Diário do Nordeste, a cidade decretou situação de emergência, com um número de 600 famílias desabrigadas. A informação é do chefe de gabinete da prefeitura. O Rio Poti, que passa na cidade, encheu muito nos últimos dias e obrigou a famílias ribeirinhs a sairem de suas casas. As pessoas que foram atingidas estão em escolas, prédios públicos, clubes e igrejas da cidade.
Plantações de milho e feijão debaixo d'águae casa inundadas: esta é a situação de Quiterianópolis, outra cidade que vem sofrendo com as chuvas e a enchente do Rio Poti. As chuvas aumentaram o níve do rio e causaram o arrombamento dos açudes São José, Cedro e Riacho Grande. De acordo com O Povo, os moradores da zona rural contabilizam perdas de 100 hectares de plantação. Duas casas foram destruídas e 10 submersas no povoado de São Miguel. O povoado de Ipueiras, a 8 km da sede, está isolado.
Já Novo Oriente, ocorreu a morte de um adolescente de 13 anos, queao atravessou o riacho dos Emaús, o que contabiliza a segunda morte na localidade. A principal rua do comércio foi atingida e ficou alagada. O Rio Três Irmãos ficou 1,6 metro acima do nível por quase 2 dias em uma das ruas principais. Oito ruas ficaram alagadas na cidade que há 20 dias não para de chover. As informações são do Portal O Povo.
Canindé continua recebendo chuvas e contando os prejuízos na zona rural. Em Targinos, distrito distante 50 km da sede, o Rio Cangati deixou a população local ilhada e destruiu casas. A passagem molhada, de 120 metros foi levada e o acesso é feito por canoas. Informações do Diário do Nordeste.
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