
O estado do Ceará criou no mês de março 2.973 vagas de empregos no mês de março, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, nesta quinta-feira, 17.
As informações são do Jornal Diário do Nordeste, e pela primeira vez em 4 meses, o saldo foi positivo: 26.097 admissões e 23.124 demissões. As principais áreas responsáveis pelo bom desempenho foram os serviços (1.855), indústria de transformação (924) e a construção civil (405). A área negativa foi a agropecuária, que continua em queda, desta vez retirando 2,25 % dos empregos.
A maior parte dos empregos foi criada na Região Metropolitana de Fortaleza, com 3.628 empregos, enquanto o interior perdeu 649 vagas. Isso demonstra a grande concentração de investimentos e serviços, além da própria indústria, em Fortaleza e cidades próximas, confirmando a disparidade capital x interior.
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O Nordeste perdeu 14.633 vagas em março e foi a única região com saldo negativo do Brasil. Em março foram criadas 206.556 vagas em todo o país, totalizando 554.440 empregos no trimestre janeiro-março. As vagas em março, no Brasil, surgiram em serviços (89.072), indústrias de transformação (40.389), construção civil (33.437) e agropecuária (15.442).
CEARÁ TEM SALDO NEGATIVO –
De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, 8 dos 27 estados do Brasil tiveram mais demissões que contratações no trimestre janeiro-março. Entre esses estados está o Ceará, que perdeu 3.475 vagas.
Está notícia negativa para o Governo de Cid Gomes se somou ao noticiário da locação de jatos feito pelo governador, que apareceu na imprensa nacional. Esse último caso vem desgastando o Governo do Estado, segundo o site Ceará Agora.
As informações do Portal G1 também demonstram que Fortaleza, mesmo com a geração de 3.150 empregos, está apenas na 30° colocação do país em geração de vagas formais, atrás de Salvador, Recife e Natal na região Nordeste. O 1° lugar está com São Pulo, que gerou 75.065 vagas.
As informações são do Jornal Diário do Nordeste, e pela primeira vez em 4 meses, o saldo foi positivo: 26.097 admissões e 23.124 demissões. As principais áreas responsáveis pelo bom desempenho foram os serviços (1.855), indústria de transformação (924) e a construção civil (405). A área negativa foi a agropecuária, que continua em queda, desta vez retirando 2,25 % dos empregos.
A maior parte dos empregos foi criada na Região Metropolitana de Fortaleza, com 3.628 empregos, enquanto o interior perdeu 649 vagas. Isso demonstra a grande concentração de investimentos e serviços, além da própria indústria, em Fortaleza e cidades próximas, confirmando a disparidade capital x interior.
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O Nordeste perdeu 14.633 vagas em março e foi a única região com saldo negativo do Brasil. Em março foram criadas 206.556 vagas em todo o país, totalizando 554.440 empregos no trimestre janeiro-março. As vagas em março, no Brasil, surgiram em serviços (89.072), indústrias de transformação (40.389), construção civil (33.437) e agropecuária (15.442).
CEARÁ TEM SALDO NEGATIVO –
De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, 8 dos 27 estados do Brasil tiveram mais demissões que contratações no trimestre janeiro-março. Entre esses estados está o Ceará, que perdeu 3.475 vagas.
Está notícia negativa para o Governo de Cid Gomes se somou ao noticiário da locação de jatos feito pelo governador, que apareceu na imprensa nacional. Esse último caso vem desgastando o Governo do Estado, segundo o site Ceará Agora.
As informações do Portal G1 também demonstram que Fortaleza, mesmo com a geração de 3.150 empregos, está apenas na 30° colocação do país em geração de vagas formais, atrás de Salvador, Recife e Natal na região Nordeste. O 1° lugar está com São Pulo, que gerou 75.065 vagas.
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