Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí e agora Alagoas estão em Emergência Fitossanitária.
A situação foi publicada nesta quinta-feira, 27 de março, no Diário Oficial da União [DOU]. O motivo é mais uma vez a praga Helicoverpa armigera – uma lagarta que prejudica as lavouras.
A Emergência Fitossanitária permite a adoção de medidas especiais para eliminar a praga. Neste caso, são utilizados o uso de cultivares que restrinjam ou eliminem as populações da praga; determinação de épocas de plantio e restrição de cultivos subsequentes; determinação da adoção do manejo integrado de pragas emergencial; uso de controle biológico; uso de controle químico; uso de armadilhas, iscas ou outros métodos de controle físico; liberação inundativa de agentes de controle biológico e também práticas culturais, como por exemplo, a destruição de restos culturais e plantas voluntárias.
Em Alagoas, a Emergência Fitossanitária prejudica, principalmente, lavouras de feijão de corda, quiabo, amendoim e pimentão. O prazo de vigência da emergência fitossanitária será de um ano, a contar da data de publicação da portaria.
* Com informações da Agência CNM
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