Em entrevista exclusiva ao Icó é Notícia, o novo diretor-geral do Sistema Autônomo de Água e Esgoto [SAAE] de Icó, Matheus Bizarria, fez um balanço das primeiras semanas da nova gestão de governo e de seu trabalho realizado a frente da autarquia.
Durante a conversa sobre a situação encontrada no SAAE, Bizzaria apontou a precariedade da estrutura encontrada, com "um sistema obsoleto, que está descaracterizado até na questão operacional" e que "há anos não se fazia a manutenção em bombas, que não se fazia operações em sistemas".
Apesar da situação difícil apontada pelo diretor-geral, ele ressaltou que a autarquia está munida de "quadro de técnicos capacitados" e do "valoroso quadro de funcionários que o SAAE comporta", além de destacar que "o prefeito está nos respaldando tecnicamente" e a "água está condizente para o consumo humano".
Sobre as dívidas recebidas, segundo Bizarria, além de "inúmeras irregularidades, como ligações clandestinas, ligações por conta própria", o órgão apresenta "pendências judiciais grandes, a nível administrativo e tributário que precisam ser resolvidos."
Uma delas, de acordo com ele, diz respeito ao Semace, que "nós já regularizamos essa licença". Outra diz respeito aos fornecedores, estimada em R$ 141 mil. Outra situação a ser resolvida é "uma pendência seriíssima com relação ao INSS que não foram pagas pela antiga gestão".
"Também temos hoje um parcelamento a ser feito na Coelce, de dívidas passadas", pontuou ele. Apesar das pendências, "Estamos dando resolutividade a essas coisas no setor jurídico", afirmou o diretor-geral do SAAE, que pediu "a compreensão da população e se põe à disposição de qualquer tipo de esclarecimento". Veja abaixo as palavras do responsável pelo SAAE de Icó.
O SAAE "Estamos respaldados aqui para isso. Fomos respaldados pelo prefeito, como diretor-geral do Sistema Autônomo de Água e Esgoto de Icó, o SAAE que todos conhecem. E diante dessa perspetiva, desse respaldo, a gente vem dizer que o cSAAE realmente é uma autarquia. Muitos pensam que é uma Secretaria, mas o SAAE é uma autarquia.
Uma autarquia é um ente público que pertence à administração indireta e ele tem o seu próprio sistema jurídico, a sua personalidade jurídica e sobrevive de recursos próprios. Nós somos agentes arrecadadores, não somos como uma Secretaria, porque no caso desta, ela recebe recursos de âmbito federal, estadual e municipal, convênios.
Somos uma autarquia, com regime jurídico próprio, com leis, inclusive a lei de criação do SAAE é a Lei Municipal n° 3, datada de 1962 e que cria toda essa autarquia, que tem a finalidade de gerar um excelente sistema de qualificação no que se diz respeito ao gerenciamento do esgotamento e da água na urbe, na cidade.
Nossa área de captação é o Açude Lima Campos e nós temos a responsabilidade com a população de Lima Campos, porque captamos a água de lá, isso é importante dizer, e lá o SAAE se faz presente como agente arrecadador daquele distrito e damos a assistência e atendemos às demandas da localidade. Infelizmente, há um bom tempo o SAAE vem sendo descaracterizado, pela própria questão de algumas gestão não respaldarem o SAAE como deveria. A gente já conversou com o prefeito e passamos toda essa realidade.
Queria destacar o valoroso quadro de funcionários que o SAAE comporta. Ao todo são 42 funcionários efetivos, sendo 39 desses estão caracterizados como funcionários da casa. Três são respaldados por portaria de nomeação dadas pelo Poder Executivo. Esse quadro de funcionário é um quadro responsável, de servidores que tem uma linhagem da Funasa. Antigamente, em 1998, 199, foi acoplado ao Município e a gente nota a particularidade o servidor do SAAE, com o pessoal que tem a consciência do que está fazendo, a equipe técnica, de campo, da estação de tratamento..."
O SAAE ENCONTRADO "Logo, logo será esclarecido à população de como é que nós recebemos verdadeiramente, documentalmente, a questão financeira do SAAE, a falta de uma boa qualidade de manutenção na operação do sistema. Quando falamos em tecnologia, nós estamos muito atrasados, porque temos, infelizmente, um sistema obsoleto, que está descaracterizado até na questão operacional.
Sobre as dívidas recebidas, segundo Bizarria, além de "inúmeras irregularidades, como ligações clandestinas, ligações por conta própria", o órgão apresenta "pendências judiciais grandes, a nível administrativo e tributário que precisam ser resolvidos."
Uma delas, de acordo com ele, diz respeito ao Semace, que "nós já regularizamos essa licença". Outra diz respeito aos fornecedores, estimada em R$ 141 mil. Outra situação a ser resolvida é "uma pendência seriíssima com relação ao INSS que não foram pagas pela antiga gestão".
"Também temos hoje um parcelamento a ser feito na Coelce, de dívidas passadas", pontuou ele. Apesar das pendências, "Estamos dando resolutividade a essas coisas no setor jurídico", afirmou o diretor-geral do SAAE, que pediu "a compreensão da população e se põe à disposição de qualquer tipo de esclarecimento". Veja abaixo as palavras do responsável pelo SAAE de Icó.
O SAAE "Estamos respaldados aqui para isso. Fomos respaldados pelo prefeito, como diretor-geral do Sistema Autônomo de Água e Esgoto de Icó, o SAAE que todos conhecem. E diante dessa perspetiva, desse respaldo, a gente vem dizer que o cSAAE realmente é uma autarquia. Muitos pensam que é uma Secretaria, mas o SAAE é uma autarquia.
Uma autarquia é um ente público que pertence à administração indireta e ele tem o seu próprio sistema jurídico, a sua personalidade jurídica e sobrevive de recursos próprios. Nós somos agentes arrecadadores, não somos como uma Secretaria, porque no caso desta, ela recebe recursos de âmbito federal, estadual e municipal, convênios.
Somos uma autarquia, com regime jurídico próprio, com leis, inclusive a lei de criação do SAAE é a Lei Municipal n° 3, datada de 1962 e que cria toda essa autarquia, que tem a finalidade de gerar um excelente sistema de qualificação no que se diz respeito ao gerenciamento do esgotamento e da água na urbe, na cidade.
Nossa área de captação é o Açude Lima Campos e nós temos a responsabilidade com a população de Lima Campos, porque captamos a água de lá, isso é importante dizer, e lá o SAAE se faz presente como agente arrecadador daquele distrito e damos a assistência e atendemos às demandas da localidade. Infelizmente, há um bom tempo o SAAE vem sendo descaracterizado, pela própria questão de algumas gestão não respaldarem o SAAE como deveria. A gente já conversou com o prefeito e passamos toda essa realidade.
Queria destacar o valoroso quadro de funcionários que o SAAE comporta. Ao todo são 42 funcionários efetivos, sendo 39 desses estão caracterizados como funcionários da casa. Três são respaldados por portaria de nomeação dadas pelo Poder Executivo. Esse quadro de funcionário é um quadro responsável, de servidores que tem uma linhagem da Funasa. Antigamente, em 1998, 199, foi acoplado ao Município e a gente nota a particularidade o servidor do SAAE, com o pessoal que tem a consciência do que está fazendo, a equipe técnica, de campo, da estação de tratamento..."
O SAAE ENCONTRADO "Logo, logo será esclarecido à população de como é que nós recebemos verdadeiramente, documentalmente, a questão financeira do SAAE, a falta de uma boa qualidade de manutenção na operação do sistema. Quando falamos em tecnologia, nós estamos muito atrasados, porque temos, infelizmente, um sistema obsoleto, que está descaracterizado até na questão operacional.
Não digo a questão do tratamento da água, porque periodicamente nós estamos acompanhando os relatórios, inclusive eu estive presente agora na Cagece. Já enviamos uma mostra de análise de água e eu recebi. Isso comprova a questão da pessoa que é responsável pela estação de tratamento.
A água está condizente para o consumo humano. A população pode ficar tranquila, porque nós temos todos os pareceres técnicos dos órgãos pertinentes, que fiscalizam essa situação.
Quando falo na questão operacional, ela vai muito além. É tubulação, segurança do trabalho, a valorização do servidor. Estamos enviando um relatório mostrando todas essas situações, mas também estamos munidos com um quadro de técnicos capacitados, apontando sugestões. E o bom disso tudo é que o prefeito está nos respaldando tecnicamente. A gente pede à população a compreensão, porque há anos não se fazia a manutenção em bombas, que não se fazia operações em sistemas. E tudo isso recai em nossas responsabilidades e nós não podemos, de forma alguma, nos isentar delas.
Nós estamos aqui para pedir à comunidade e mostrar caminhos. Dizer que este órgão é viável para o Município e que tem como respaldar o Município e a gente está à disposição da população de Icó, a que é atendida e a que não é atendida."
SAAE E A ZONA RURAL DE ICÓ "Nós temos responsabilidades sobre comunidades que se fazem presentes na arrecadação do SAAE. Existem algumas comunidades que fazem parte do quadro arrecadador, assim como existem comunidades que não fazem parte, que são atendidas pelo Sisar [Sistema Integrado de Saneamento Rural] ou pela tutela da própria comunidade.
Destacar que a comunidade é autossustentável basta apenas que as pessoas que estão a frente tenham a responsabilidade de gerenciar a coisa como comunitária. Queria destacar as comunidades do Brito e do Piauizinho, que são totalmente autossustentáveis. Qualquer problema que tem lá, eles mesmos resolvem.
Às vezes existem comunidades que não são vinculadas ao SAAE e que vem nos pedir socorro, com relação à queima de bombas, problemas no sistema. Nós estamos aqui para respaldá-los a nível técnico, com técnicos que podemos disponibilizar para resolver a pendência técnica. Mas a pendência financeira, com relação a compra de bombas ou material para essas bombas, nós não temos como respaldar. Porque somos uma autarquia e vivemos de nossas arrecadações."
PROBLEMAS E SOLUÇÕES "Existem inúmeros problemas que o SAAE enfrenta. Mas a gente não vê como sem solução. Temos um déficit muito grande em relação à hidrometria e vamos fazer uma força tarefa nas edificações. Inúmeras irregularidades, como ligações clandestinas, ligações por conta própria... Temos pendências judiciais grandes, a nível administrativo e tributário que precisam ser resolvidos.
Estamos dando resolutividade a essas coisas no setor jurídico. Temos pessoas físicas e jurídicas que, segundo o nosso relatório, devem a esta autarquia. Nós iremos procurar, dentre de uma regularidade jurídica, uma conversa, um acordo, sanar esses problemas. Porque configuram perdas para o SAAE, até na área de investimentos.
Quando entramos aqui, no dia 1° de janeiro, vários problemas no que tange ao esgotamento sanitário. As bombas de quatro elevatórias queimadas. Inclusive executamos essas obras e as bombas não estão mais queimadas.
A limpeza do canal do conjunto Uberlândia, que as bombas do esgoto caem dentro para sair na lagoa também está sendo vista. A rotora, que era uma questão antiga, que dá captação de água para a cidade de Icó estava deficitária, não tinha manutenção. Fomos lá e após detectar o problema está resolvendo.
Quando entramos aqui, verificamos uma pendência com a Semace, que nós já regularizamos essa licença. São problemas que enfrentamos todos os dias, de ordem operacional e administrativa. Nas administrativas, temos contas pendentes, como a de R$ 141 mil a fornecedores.
Existia ainda uma pendência seríssima com relação ao INSS que não foram pagas pela antiga gestão e todos esses documentos estamos enviando para a Procuradoria do Município e do órgão, para que eles acionemo que deve ser visto.
Também temos hoje um parcelamento a ser feito na Coelce, de dívidas passadas, e esse parcelamento compromete um pouco a questão de funcionamento. Estivemos com a Mônica Jucá para assinar este parcelamento. Ficou uma dívida na Coelce que se não fosse paga estava ameaçada a suspensão de fornecimento de energia e ia atingir o fornecimento de água para a população de Icó. A gente efetivou uma dessas parcelas."
AÇÕES DO SISTEMA PARA A POPULAÇÃO "As ocorrências diárias a gente faz aqui. Tubulação quebrada, esgotamento entupido. A gente está dando esses despachos e fazendo a coisa acontecer dentro desses vinte dias que estamos aqui a frente da autarquia.
Esse serviço é uma autarquia e é do povo. Quem paga este trabalho são os usuários e precisamos ter um abastecimento e esgotamento condizente, regular, que seja bom e que dê os encaminhamentos possíveis dentro de nossas necessidades.
E se tratando de água, estamos com alguns projetos, a nível de autarquia, e vamos mandar propostas às secretarias de Educação e Ação Social, trabalhar com a questão da conscientização da água. A gente quer criar um fórum e chamar ainda a Secretaria de Meio Ambiente. A gente pede à população pelo racionamento.
Fizemos a recuperação nas elevatórias das bombas 1, 2 e 4. A 1 é do DNER. A 2 da Uberlândia e a 4 do Josefa Campos Monteiro. Na Uberlândia, a do esgoto, foi necessário fazer o quadro de comando, de energia. A do Josefa Campos, já está sendo providenciado, porque existe a questão de peças. O almoxarifado está descaracterizado e fizemos alguns pedidos para essas bombas de imediato. As bombas foram ajeitadas.
A recuperação da bomba de água do Caititu, o quado de comando da mesma, a gente recuperou a bomba da comunidade, localizada perto do Catavento, e fizemos o quadro. A manutenção da bomba da extrema, que abastece também a comunidade de São Vicente, esta bomba estava com falta de manutenção e a gente fez o despacho. As comunidades da Extrema e São Vicente ficou sem água por bastante dias, mas foi solucionado.
A manutenção de uma bomba que abastece o distrito de Lima Campos, que estava com problemas e foi feito o reparo. Estamos providenciando uma das bombas da Uberlândia, com relação ao esgotamento sanitário, e estão providenciadas as rotoras que estão danificadas da bomba que abastece o Icó. Estamos monitorando essa bomba diuturnamente, para não dar problema, porque faz parte da adutora que atende à demanda do Icó. Isso acontece em razão da falta de manutenção e da falta de operação. São problemas que se arrastam, pequenos problemas que se juntam e se tornam grandes.
Estamos providenciando a manutenção dos flutuantes que abastecem Icó e Lima Campos. Quem vai a Lima Campos e vê algumas bombas flutuando, principalmente perto do sangradouro. Ali são bombas que puxam a água que vem da adutora para o Icó. Essa questão da manutenção tem que ser constante no sistema de abastecimento, para que não venha a dar problemas futuros, haja vista que o equipamento é muito obsoleto.
A gente está traçando projetos, até ver onde vai poder ser respaldado, para melhorar o sistema. Estamos fazendo encaminhamentos na parte financeira, adequando o sistema para como se deve operar e estamos estudando, com uma equipe de técnicos do SAAE, toda a questão de tornar essa autarquia viável ao Município. A gente pede a compreensão da população e se põe à disposição de qualquer tipo de esclarecimento".
SAAE E A ZONA RURAL DE ICÓ "Nós temos responsabilidades sobre comunidades que se fazem presentes na arrecadação do SAAE. Existem algumas comunidades que fazem parte do quadro arrecadador, assim como existem comunidades que não fazem parte, que são atendidas pelo Sisar [Sistema Integrado de Saneamento Rural] ou pela tutela da própria comunidade.
Destacar que a comunidade é autossustentável basta apenas que as pessoas que estão a frente tenham a responsabilidade de gerenciar a coisa como comunitária. Queria destacar as comunidades do Brito e do Piauizinho, que são totalmente autossustentáveis. Qualquer problema que tem lá, eles mesmos resolvem.
Às vezes existem comunidades que não são vinculadas ao SAAE e que vem nos pedir socorro, com relação à queima de bombas, problemas no sistema. Nós estamos aqui para respaldá-los a nível técnico, com técnicos que podemos disponibilizar para resolver a pendência técnica. Mas a pendência financeira, com relação a compra de bombas ou material para essas bombas, nós não temos como respaldar. Porque somos uma autarquia e vivemos de nossas arrecadações."
PROBLEMAS E SOLUÇÕES "Existem inúmeros problemas que o SAAE enfrenta. Mas a gente não vê como sem solução. Temos um déficit muito grande em relação à hidrometria e vamos fazer uma força tarefa nas edificações. Inúmeras irregularidades, como ligações clandestinas, ligações por conta própria... Temos pendências judiciais grandes, a nível administrativo e tributário que precisam ser resolvidos.
Estamos dando resolutividade a essas coisas no setor jurídico. Temos pessoas físicas e jurídicas que, segundo o nosso relatório, devem a esta autarquia. Nós iremos procurar, dentre de uma regularidade jurídica, uma conversa, um acordo, sanar esses problemas. Porque configuram perdas para o SAAE, até na área de investimentos.
Quando entramos aqui, no dia 1° de janeiro, vários problemas no que tange ao esgotamento sanitário. As bombas de quatro elevatórias queimadas. Inclusive executamos essas obras e as bombas não estão mais queimadas.
A limpeza do canal do conjunto Uberlândia, que as bombas do esgoto caem dentro para sair na lagoa também está sendo vista. A rotora, que era uma questão antiga, que dá captação de água para a cidade de Icó estava deficitária, não tinha manutenção. Fomos lá e após detectar o problema está resolvendo.
Quando entramos aqui, verificamos uma pendência com a Semace, que nós já regularizamos essa licença. São problemas que enfrentamos todos os dias, de ordem operacional e administrativa. Nas administrativas, temos contas pendentes, como a de R$ 141 mil a fornecedores.
Existia ainda uma pendência seríssima com relação ao INSS que não foram pagas pela antiga gestão e todos esses documentos estamos enviando para a Procuradoria do Município e do órgão, para que eles acionemo que deve ser visto.
Também temos hoje um parcelamento a ser feito na Coelce, de dívidas passadas, e esse parcelamento compromete um pouco a questão de funcionamento. Estivemos com a Mônica Jucá para assinar este parcelamento. Ficou uma dívida na Coelce que se não fosse paga estava ameaçada a suspensão de fornecimento de energia e ia atingir o fornecimento de água para a população de Icó. A gente efetivou uma dessas parcelas."
AÇÕES DO SISTEMA PARA A POPULAÇÃO "As ocorrências diárias a gente faz aqui. Tubulação quebrada, esgotamento entupido. A gente está dando esses despachos e fazendo a coisa acontecer dentro desses vinte dias que estamos aqui a frente da autarquia.
Esse serviço é uma autarquia e é do povo. Quem paga este trabalho são os usuários e precisamos ter um abastecimento e esgotamento condizente, regular, que seja bom e que dê os encaminhamentos possíveis dentro de nossas necessidades.
E se tratando de água, estamos com alguns projetos, a nível de autarquia, e vamos mandar propostas às secretarias de Educação e Ação Social, trabalhar com a questão da conscientização da água. A gente quer criar um fórum e chamar ainda a Secretaria de Meio Ambiente. A gente pede à população pelo racionamento.
Fizemos a recuperação nas elevatórias das bombas 1, 2 e 4. A 1 é do DNER. A 2 da Uberlândia e a 4 do Josefa Campos Monteiro. Na Uberlândia, a do esgoto, foi necessário fazer o quadro de comando, de energia. A do Josefa Campos, já está sendo providenciado, porque existe a questão de peças. O almoxarifado está descaracterizado e fizemos alguns pedidos para essas bombas de imediato. As bombas foram ajeitadas.
A recuperação da bomba de água do Caititu, o quado de comando da mesma, a gente recuperou a bomba da comunidade, localizada perto do Catavento, e fizemos o quadro. A manutenção da bomba da extrema, que abastece também a comunidade de São Vicente, esta bomba estava com falta de manutenção e a gente fez o despacho. As comunidades da Extrema e São Vicente ficou sem água por bastante dias, mas foi solucionado.
A manutenção de uma bomba que abastece o distrito de Lima Campos, que estava com problemas e foi feito o reparo. Estamos providenciando uma das bombas da Uberlândia, com relação ao esgotamento sanitário, e estão providenciadas as rotoras que estão danificadas da bomba que abastece o Icó. Estamos monitorando essa bomba diuturnamente, para não dar problema, porque faz parte da adutora que atende à demanda do Icó. Isso acontece em razão da falta de manutenção e da falta de operação. São problemas que se arrastam, pequenos problemas que se juntam e se tornam grandes.
Estamos providenciando a manutenção dos flutuantes que abastecem Icó e Lima Campos. Quem vai a Lima Campos e vê algumas bombas flutuando, principalmente perto do sangradouro. Ali são bombas que puxam a água que vem da adutora para o Icó. Essa questão da manutenção tem que ser constante no sistema de abastecimento, para que não venha a dar problemas futuros, haja vista que o equipamento é muito obsoleto.
A gente está traçando projetos, até ver onde vai poder ser respaldado, para melhorar o sistema. Estamos fazendo encaminhamentos na parte financeira, adequando o sistema para como se deve operar e estamos estudando, com uma equipe de técnicos do SAAE, toda a questão de tornar essa autarquia viável ao Município. A gente pede a compreensão da população e se põe à disposição de qualquer tipo de esclarecimento".
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