Após 51 instituições federais de todo o Brasil, os professores das universidades federais do Estado do Ceará, Universidade Federal do Ceará [UFC] e Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira [Unilab], resolveram cruzar os braços.Em assembleia realizada nesta terça-feira [12] pelos magistrados decretaram greve por tempo indeterminado.
De acordo com a categoria, há dois anos são reivindicadas melhorias das condições de trabalho e reestruturação das carreiras do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico [EBTT].
De acordo com a categoria, há dois anos são reivindicadas melhorias das condições de trabalho e reestruturação das carreiras do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico [EBTT].
Com as confirmações das instituições cearenses, chegam a 53 Instituições Federais de Ensino Superior e mais de um milhão de estudantes sem aulas desde o dia 17 de maio, data marcada para a paralisação nacional. O movimento grevista é coordenado pelo Comando Nacional de Greve do ANDES-SN.
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