Identificar a situação nutricional dos estudantes matriculados na rede municipal de ensino. Este é o objetivo da refeitura Municipal de Orós [PMO], através da Secretaria de Saúde, do Núcleo de Apoio à Saúde da Família [Nasf] e da Secretaria de Educação.
Ao fazer uma avaliação nutricional de 2.684 alunos, a PMO busca traçar estratégias para corrigir e evitar distúrbios alimentares. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira [9] e deverão traçar os caminhos alimentares futuros dos envolvidos.
Ao fazer uma avaliação nutricional de 2.684 alunos, a PMO busca traçar estratégias para corrigir e evitar distúrbios alimentares. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira [9] e deverão traçar os caminhos alimentares futuros dos envolvidos.
Para a prefeita de Orós, Fátima Maciel Bezerra, a avaliação é importante para intensificar as ações de promoção da saúde, bem como melhorar o rendimento escolar dos estudantes. “O estado nutricional reflete diretamente a condição de saúde da população. Por isso, nós temos feito contínuos investimentos na área de segurança alimentar, de um modo geral, e também na melhoria da merenda escolar, pois sabemos que uma boa alimentação é importante para o desenvolvimento saudável das crianças, bem como para o seu aprendizado. Esses levantamentos propiciam a definição de políticas públicas tanto para a educação quanto para a saúde”, afirma.
De acordo com a nutricionista Ivna Andrade, responsável pela avaliação nutricional, foram visitadas 11 escolas, sendo cinco na sede de Orós e sete nos distritos. As escolas visitadas foram as que se cadastraram para a Semana de Saúde na Escola, que ocorreu entre 5 e 9 de março, com o tema “Prevenção da obesidade”, conforme o acordo firmado entre a Prefeitura e o Programa Saúde na Escola [PSE]. Foram coletados os dados de todos os alunos que frequentam essas 11 escolas, independente de faixa etária, totalizando 2.684 avaliações nutricionais.
“Com os dados colhidos, ficou claro que a fome e desnutrição não fazem mais parte da realidade de Orós e que a preocupação agora é com o excesso de peso e hábitos alimentares inadequados dessas crianças e adolescentes. Com isso, avaliar a prevalência e a incidência da obesidade é o primeiro passo para o desenvolvimento de estratégias efetivas e sustentáveis de promoção da saúde e de prevenção e controle integrados dos principais fatores de risco comuns para as doenças crônicas não transmissíveis”, explica a nutricionista.
PLANEJAMENTO - Durante o evento desta quarta-feira, os resultados encontrados na avaliação nutricional foram apresentados aos diretores, professores responsáveis pelo PSE, alunos pertencentes ao grupo gestor jovem, coordenadores da Secretaria de Saúde e secretários da atual gestão.
“Iremos também pensar e planejar as atitudes e atividades que serão direcionadas para cada faixa de risco, como encaminhamento dos grupos de risco para a nutricionista junto com pais e familiares e implantação de um sistema de monitoramento mais específico e dedicado para cada faixa etária, além da introdução de medidas corretivas importantes quanto se trata de alunos que ainda não possuem seus hábitos alimentares formados”, conta Ivna Andrade.
“Iremos também pensar e planejar as atitudes e atividades que serão direcionadas para cada faixa de risco, como encaminhamento dos grupos de risco para a nutricionista junto com pais e familiares e implantação de um sistema de monitoramento mais específico e dedicado para cada faixa etária, além da introdução de medidas corretivas importantes quanto se trata de alunos que ainda não possuem seus hábitos alimentares formados”, conta Ivna Andrade.
* Com informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Orós
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