sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Deputados elogiam aprovação da Lei da Ficha Limpa pelo STF

Em pronunciamento no Plenário 13 de Maio da Assembleia Legislativa do Ceará [AL-CE], nesta sexta-feira [17], os deputados Heitor Férrer [PDT], Ely Aguiar [PDT] e Dedé Teixeira [PT] parabenizaram pela declaração de constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, pelo Supremo Tribunal Federal [STF].

Para Férrer, esta lei é oriunda da vontade da população, já que se tratou de uma iniciativa popular. O parlamentar declarou ainda que irá requerer a Mesa Diretora que coloque em votação uma PEC, de sua iniciativa que estende os efeitos da Ficha Limpa a todos os indicados para cargos públicos de confiança nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, bem como nos tribunais de contas.

“Estamos agora com uma legislação que faz uma limpeza ética para os que vão assumir os cargos eletivos. Esperava até que fôssemos derrotados, no STF, mas por sete votos a quatro, nas próximas eleições muitos larápios e espertalhões não poderão disputar eleições”, disse Heitor.

Ely Aguiar apresentou a aprovação como um avanço na luta contra a corrupção no Brasil. “A decisão foi destacada no mundo todo”, frisou Ely, informando que a quantidade de corruptos no País é ainda muito elevada. Ele disse ainda que não esperava o voto de Gilmar Mendes contra a Lei da Ficha Limpa. Considerou relevante o trabalho da imprensa para que a legislação fosse aprovada.

Ao abordar a reforma eleitoral, que tramita no Congresso, Aguiar condenou a tentativa de se estabelecer uma votação com lista fechada. Segundo ele, essa prática permitiria a perpetuação dos caciques partidários e apartaria o resultado das urnas da vontade popular. “O cidadão sairia de casa para votar sem saber quem seria beneficiado com o seu voto”. observou.

Dedé Teixeira comemorou a decisão do STF, mas afirmou que há necessidade de avançar em outros pontos importantes para a moralização da política brasileira.

O parlamentar citou, por exemplo, a discussão sobre o financiamento público de campanha, que evitaria a contribuição de empresas, definida por ele, como “a geradora das grandes mazelas das eleições”, como o caixa dois e compra de votos. “É o futuro da democracia e do País”, disse.


* Com informações da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa

Um comentário:

  1. e muito pouco esta leis espere que peque eum pingo de agua no oceano euma estrela nacer vamos esperar os efeitos para depois comemorar

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