O deputado Capitão Wagner explicou que o encontro tem o objetivo de apresentar um projeto salarial que será entregue ao líder do Governo, deputado Antonio Carlos [PT], e encaminhado ao governador Cid Gomes. A categoria aguardará a manifestação do Governo e voltará a se reunir no dia 26, para deliberações.
“A gente quer mostrar que o governo deve cumprir o débito com os policiais militares. Não tem nada fora da realidade do Estado. A gente quer só dialogar com o governo. A greve é última alternativa”, disse.
O deputado Ronaldo Martins [PRB] destacou seu apoio e elogiou o compromisso do capitão na Casa. “Tem que trazer a realidade para cá, não é nada fantasioso. Essa classe precisa de mais atenção do Governo”, justificou. Segundo o deputado, “a Polícia Militar nunca mais poderá ficar sem um representante nesta Casa, e ele tem agido com muita responsabilidade e inteligência”.
O presidente da Associação dos Cabos e Soldados Militares do Ceará, Cabo Sabino, reforçou a ideia de que o plano cabe nas condições financeiras do Estado. “Da maneira como está não pode ficar. A GPO [Gratificação de Policiamento Ostensivo] oxigenou um pouco, mas não é salário é uma esmola. Temos que lutar por um salário digno. Não é apenas uma luta nossa, mas da sociedade”, ponderou, cobrando ainda uma regulamentação da carga horária dos soldados, “que está esquecida”.
O deputado Ronaldo Martins [PRB] destacou seu apoio e elogiou o compromisso do capitão na Casa. “Tem que trazer a realidade para cá, não é nada fantasioso. Essa classe precisa de mais atenção do Governo”, justificou. Segundo o deputado, “a Polícia Militar nunca mais poderá ficar sem um representante nesta Casa, e ele tem agido com muita responsabilidade e inteligência”.
O presidente da Associação dos Cabos e Soldados Militares do Ceará, Cabo Sabino, reforçou a ideia de que o plano cabe nas condições financeiras do Estado. “Da maneira como está não pode ficar. A GPO [Gratificação de Policiamento Ostensivo] oxigenou um pouco, mas não é salário é uma esmola. Temos que lutar por um salário digno. Não é apenas uma luta nossa, mas da sociedade”, ponderou, cobrando ainda uma regulamentação da carga horária dos soldados, “que está esquecida”.
* Com informações da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
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