Durante o debate, os participantes levantaram as principais questões referentes a vida social dos portadores de down e quais ações podem ser tomadas para melhorar a sua qualidade de vida. Entre elas, o engajamento dos pais foi destacado como a principal ferramenta na luta por mudanças.
O diretor da Associação Inclusiva Existir de Fortaleza, João Manuel, ressaltou a importância da orientação no pós parto para os pais de crianças com síndrome de down. “Antigamente não havia tanta informação como hoje. A obrigação do obstetra é orientar aos pais que tipo de ajuda eles vão precisar e onde encontrar”, afirmou.
De acordo com João Ednardo, membro do Universo Down, o maior dos desafios ainda é a educação especializada. “O que me assusta é saber que escolas públicas, mesmo com suas carências, estão completamente preparadas para acolher nossas crianças, enquanto muitas instituições privadas alegam não estarem prontas para abrir suas portas”, considerou ele.
Estiveram presentes no evento representantes da Apae Eusébio, Incor Criança, Associação Inclusiva Existir de Fortaleza, Apae Independência, Núcleo de Apoio a Educação Inclusiva, Apae Fortaleza, Associação Pró Down, entre outros.
* Com informações da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
O diretor da Associação Inclusiva Existir de Fortaleza, João Manuel, ressaltou a importância da orientação no pós parto para os pais de crianças com síndrome de down. “Antigamente não havia tanta informação como hoje. A obrigação do obstetra é orientar aos pais que tipo de ajuda eles vão precisar e onde encontrar”, afirmou.
De acordo com João Ednardo, membro do Universo Down, o maior dos desafios ainda é a educação especializada. “O que me assusta é saber que escolas públicas, mesmo com suas carências, estão completamente preparadas para acolher nossas crianças, enquanto muitas instituições privadas alegam não estarem prontas para abrir suas portas”, considerou ele.
Estiveram presentes no evento representantes da Apae Eusébio, Incor Criança, Associação Inclusiva Existir de Fortaleza, Apae Independência, Núcleo de Apoio a Educação Inclusiva, Apae Fortaleza, Associação Pró Down, entre outros.
* Com informações da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa
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