Obra da literatura devocional, de autor anônimo, publicada no século XV,teve sua primeira tradução feita por Gomes de Matos [1897]
Escritor, negociante e tradutor. Estas várias facetas seriam apresentadas ao filho de Francisco Gomes de Matos e Maria Cândida de Matos. Nascido em Icó, o irmão de Constantino Gomes de Matos, futuro Cônego, faria sua história em outras terras, levando o nome da "Princesa dos Sertões".
Esse é o início da história de Francisco Antônio Gomes de Matos, procedente da Ribeira do Salgado e, segundo o livro "Diccionario Bio-bibliographico Cearense", "homem de acrisola piedade".
Suas marcas temporais seria deixadas por dois destaques, os quais vale ser ressaltado mais a frente, pois sua dedicação seria ao ramo dos negócios em Recife [PE], cuja dedicação lhe foi dada até o final da vida terrestre, encerrada na data de 25 de abril de 1924. Das informações não se publicou sobre mulher e filhos, caso os tivesse tido.
Suas marcas temporais seria deixadas por dois destaques, os quais vale ser ressaltado mais a frente, pois sua dedicação seria ao ramo dos negócios em Recife [PE], cuja dedicação lhe foi dada até o final da vida terrestre, encerrada na data de 25 de abril de 1924. Das informações não se publicou sobre mulher e filhos, caso os tivesse tido.
LIVRO E SÃO VICENTE - Pioneiro, foi o primeiro presidente do Conselho Central da Sociedade de São Vicente de Paulo do Ceará, localizada em Fortaleza e instalado no dia 4 de abril de 1885. Contudo, foi em um livro que tornou-se destaque, que poderia ser maior se houvesse a divulgação exata de sua contribuição.
Diz respeito ao livro Imitação de Cristo. A obra é datada de antes do século XV, quando houve a publicação e o autor é desconhecido. Do âmbito da literatura devocional, seu texto é considerado um auxílio à oração e às práticas devocionais pessoais. Alguns tratam o texto como um dos maiores tratados de moral cristã. A obra é atribuída ao padre alemão Tomás de Kempis ou a Dom João Gersens.
Diz respeito ao livro Imitação de Cristo. A obra é datada de antes do século XV, quando houve a publicação e o autor é desconhecido. Do âmbito da literatura devocional, seu texto é considerado um auxílio à oração e às práticas devocionais pessoais. Alguns tratam o texto como um dos maiores tratados de moral cristã. A obra é atribuída ao padre alemão Tomás de Kempis ou a Dom João Gersens.
A tradução para o português brasileiro é atribuída ao icoense Gomes de Matos, com publicação datada de 1897 no Brasil, embora o livro não traga seu nome. O fato é comprovado no "Diccionario Bio-bibliographico Cearense", com a citação [de época] de Dr. Afonso Celso lunior, a quem se deve a tradução em verso dos dois primeiros livros da Imitação:
Do livro, à primeira parte segue-se uma segunda parte, que é um formulário de orações, um abreviado do paroquiano romano com quatro diferentes métodos de ouvir missa, sendo um deles extraído das próprias palavras da Imitação. "A Imitação de Jesus Cristo e Formulário de Orações", outra publicação similar, saiu das Oficinas de Jablonski, Paris, 1897, e em 2ª edição em Recife, 1900.
Versão brazileira, propriamente dita, nenhuma havia até 1897. Supprio então a triste falta e de modo digno de elevado encómio a que foi editada no Recife por Mattos, Caminha & C.a. Não indica o nome do auctor que se revela, entretanto, douto e virtuoso varão.
Foi approvada pelos Arcebispos da Bahia e Rio de janeiro, bem como pelos Bispos de Olinda, Parahyba e Ceará. Esse trabalho faz honra ás lettras pátrias. Esta feito em óptima linguagem, claro, conciso, elegante e raro se aparta do original.
Sobreleva a de Roquete [inteiramente calcada, embora de forma brilhante, no francez de Lamennais] onde se notão certas heresias. Sobreleva ainda a de Freitas, preciosa, aliás, por eminentes qualidades, entre as quaes avulta a de se ater, como nenhum outro, ao texto latino, trasladado, de ordinário, palavra por palavra.
Freitas, porem, pompêa tamanho luxo de classicismo, serve-se no commun de locuções tão archaicas, que se torna áspero, baldo de naturalidade, inacessível á maioria cios leitores. Só a eruditos é dado apreciar-lhe devidamente o elevado valor.
Do livro, à primeira parte segue-se uma segunda parte, que é um formulário de orações, um abreviado do paroquiano romano com quatro diferentes métodos de ouvir missa, sendo um deles extraído das próprias palavras da Imitação. "A Imitação de Jesus Cristo e Formulário de Orações", outra publicação similar, saiu das Oficinas de Jablonski, Paris, 1897, e em 2ª edição em Recife, 1900.
* Com informações do Portal da História do Ceará [1.001 cearenses notáveis e Diccionario Bio-bibliographico Cearense] e Wikipédia
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