O especial de 169 anos de Icó, produzido pelo Icó é Notícia, continua nesta segunda-feira [24], véspera do aniversário e feriado municipal.Após entrevistarmos Luan Sarmento, pesquisador da História de Icó, o entrevistado é o senhor José Gonçalves. Pelo nome de registro, poucos conhecem, mas se falarmos em "Galego" cabeleireiro?
Este senhor, natural de Iguatu e acolhido pelo Icó, conta um pouco de sua história. De família icoense, que deslocava-se constantemente entre as paragens de Iguatu e logo após retornava, Gonçalves seguiu o último caminho de volta até a localidade da Baixa Verde, região de tríplice fronteira [Ceará-Paraíba-Rio Grande do Norte], onde atualmente reside. Antes, porém, seus pais, José Gonaçlves Filho [in memoriam] e Josefa Sousa de Lima [in memoriam], moravam no sítio Mandacaru, também em Icó.
O TRABALHO E O ICÓ - Cortar cabelos, aparar ou retirar barbas. Estas ações repetitivas e aparentemente cansativas são dividas com estórias diárias de pessoas anônimas que passam pelo lugar, nas proximidades da Praça [Balão] Padre Cícero. Um espaço cheio de vida, por ter gente que sempre tem algo a dizer.
"Quem faz a gente ficar aqui, na verdade, é o povo". Com esta declaração simples e sincera, "Galego" aponta uma qualidade inerente à população de Icó, diferente de outras localidades, a acolhida a quem deseja ficar por aqui. "Pretendo ficar aqui até o dia que Deus quiser", arremata o homem de poucas palavras, mas de firme pensamento, religioso e trabalhador. Um verdadeiro espelho dos icoenses, com exemplos que fazem do Icó, Icó. Abaixo, a entrevista:
ENTREVISTA
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