Bandeira da Confederação do Equador, revolução que teve como participantes o Icó e a família Espírito Santo,
ascendentes de Cirilo Dilermando da Silveira
Pertencente a uma das famílias mais vitimadas em Icó pela Revolução de 1824, a Confederação do Equador, a família Espírito Santo, nascia na "Princesa dos Sertões", filho de Manoel Dilermando Paz, o icoense Cirilo Dilermando da Silveira.
Seu pai trabalhou na Tesouraria Provincial logo que ela se separou do Tesouro Nacional, e a influência chegaria ao filho, que também seria, logo a frente, funcionário da Tesouraria. Contudo, sabia que seu caminho enveredaria pelas letras.
Saiu de Icó para ser professor nas então províncias do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Sua lida com a magistratura o faria fundar um colégio em Valença (RJ), voltado para educação de meninos. Voltaria, ainda, para a área de finanças, quando foi trabalhar na Recebedoria do Município Neutro, no Rio.
Cirilo Dilermando da Silveira faleceu no Rio de Janeiro e deixou a prova de uma vida dedicada aos estudos através das publicações deixadas para a posteridade:
- Coleção de traslados oferecidos para uso da mocidade brasileira;
Saiu de Icó para ser professor nas então províncias do Espírito Santo e Rio de Janeiro. Sua lida com a magistratura o faria fundar um colégio em Valença (RJ), voltado para educação de meninos. Voltaria, ainda, para a área de finanças, quando foi trabalhar na Recebedoria do Município Neutro, no Rio.
Cirilo Dilermando da Silveira faleceu no Rio de Janeiro e deixou a prova de uma vida dedicada aos estudos através das publicações deixadas para a posteridade:
- Compêndio de gramática da língua portuguesa da primeira idade - Publicado em 1855 e adotada pelo Conselho da Instrução Pública, com várias edições;
- Exercícios de análise lexicográfica ou gramatical e de análise sintáxica ou lógica - Publicado em 1870.
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