sábado, 10 de setembro de 2011

Deputado Carlomano Marques rebate críticas dirigidas ao Governo do Estado

Em pronunciamenteo na Assembleia Legislativa do Ceará, nesta sexta-feira (09), o deputado Carlomano Marques (PMDB) rebateu as afirmações de que o governador Cid Gomes governaria para exposição e não para a população.

Para o parlamentar, as obras realizadas pela atual gestão tem como objetivo melhorar os serviços públicos, como construção de hospitais, clínicas médicas e escolas.

“O objetivo é atender a população carente com sofisticação e qualidade, e não com gambiarra”, afirmou. Segundo Carlomano, as escolas construídas pelo Governo têm muito mais recursos que grande parte de escolas particulares.

“Todas as minhas filhas estudaram no Colégio Christus, que só agora está climatizando as suas salas. Mas os novos colégios do Estado já oferecem recursos para a população mais carente que só agora se encontram nas escolas do ensino privado. Por isso não é aceitável a afirmação de que o Governo trabalha para exposição e não para a população”, disse o peemedebista.

O deputado afirmou ainda que o Executivo é revolucionário e imbatível em termos de realizações. “O Governo Cid Gomes não faz gambiarra. Pode-se ir ao posto de saúde, a uma delegacia e quando alguém não faz algo com qualidade, ele manda consertar. Ele é cioso com os serviços públicos realizados”, enfatizou Carlomano Marques.

Quanto a criação de uma nova taxação sobre movimentação financeira, que é criticada pelo deputado Fernando Hugo (PSDB), o representante do PMDB disse que o tucano passou oito anos quando a CPMF foi criada no Governo de Fernando Henrique Cardoso.

“A taxação não cumpriu os seus objetivos porque a legislação foi frouxa, e admitia até emprego em saneamento básico”, avisou. Carlomano lembrou ainda que a CPMF foi criada e derrubada pelo PSDB. “Foi a punhalada do aço mais agudo, que a população levou das forças que só querem atrapalhar o país”, avisou.

TAXA - Carlomano Marques destacou ainda que defende a criação de uma nova contribuição, que isentará as pessoas que ganha até R$ 4 mil reais. “Ou seja, quase 98% da população não irá pagar. É o povo em geral que precisa dos hospitais públicos que ficará isento. Só alcançará as pessoas que tem um renda muito superior”.

A nova contribuição, segundo explicou, será de 0,1% dos valores da movimentação financeira. Ou seja, quem ganha R$ 120.000,00 por ano, pagará, no período R$ 120,00. Os recursos serão canalizados, conforme explicou, para reduzir as filas no atendimento de hospitais.

Em aparte, o deputado Augustinho Moreira (PV) disse que o pensamento de Carlomano foi o mesmo divulgado pelos tucanos, na época da criação da CPMF e, no entanto, não resolveu. Para ele, o que se precisa é se reestruturar o sistema de saúde, já que a arrecadação do país aumentou muito nos últimos anos e consequentemente a arrecadação de impostos. “É preciso reduzir a corrupção e utilizar melhor o dinheiro desviado”, disse.

A deputada Dra. Silvana (PMDB) disse que se a CPMF estivesse sido bem aplicada na área de saúde, não haveria a suspensão de sua aplicabilidade. “Foi um puxão de orelhas porque os recursos precisam ser melhor utilizados e não vazados para outros setores”, ponderou.


* Com informações da Agência de Notícias da Assembleia Legislativa

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