O Itamaraty nos anos do governo atual, com total aquiescência do presidente da república, adotou uma politica externa soberana e sem atrelamento automático aos E.U.A.
O país recuperou sua capacidade de discutir os interesses que lhe convêm de igual para igual com qualquer nação do mundo, granjeando respeito e solidariedade dos povos do planeta, chegando até mesmo a ser apontado como parceiro preferêncial em muitas discussões delicadas envolvendo a diplomacia venezuelana, cubana e iraniana, de paises europeus e do próprio E.U.A.
Mais recentemente foi decisivo o papel brasileiro na condenação enérgica contra o golpe de estado que destituiu o presidente eleito Manuel Zelaya de Honduras, fato este que de per si alertou ao mundo para o perigo sempre presente de haver um retrocesso na América latina e assim propiciar o retorno de ditaduras arcaicas e carcomidas, o que seria uma verdadeira catástrofe para o continente.
De toda sorte, não se coaduna o papel de nossa imprensa dispensando mais do que a devida honra a senhora Clinton, para constranger o governo de um presidente democraticamente eleito a se envergar aos interesses dos EUA que não aceitam que o Brasil dialogue com o Irã, tendo por objetivo dissuadir seu presidente, Ahmadinejad, de enriquecer urânio com o fim de construir sua bomba atômica.
O ministério das relações exteriores defende a posição de que não seria bom a ninguém emparedar o Irã e isolá-lo. A via diplomática sempre é a melhor saida. Os EUA, porém, defendem sanções ainda mais duras contra o pais dos aiatolás. È a velha politica do porrete que só prejuizos trouxe à humanidade.
O Iraque é um exemplo acabado de como um pais pode ser devastado, invadido e destruído. Uma civilização que ficará além de recuperação, dada suas especificidades de conter dentro de seu território inúmeras etnias que eram mantidas em ordem pela força do poder de Saddam.(ditador que mereceu a sentença que lhe foi imputada).
Ocorre que para os iraquianos, jamais haverá um Iraque livre. Hoje o Iraque é apenas um sonho na lembrança de seus cidadãos, como um dos próprios o expressou em uma entrevista de um veículo de informação internacional.
Muitos não querem que o Brasil ande de cabeça erguida diante das nações, preferem aquela diplomacia de tempos recentes em que um embaixador do Brasil era recebido com as humilhantes ordens de tirar o sapato perante funcionário de quinta categoria dos EUA para poder pisar em solo americano, ou daquele outro ministro da fazendo que ficava horas levando chá de cadeira nas dependências da sede do FMI, para ser recebido por Michel Camdessus e prestar-lhe relatório.
Faz bem o presidente quando diz que só negocia diretamente com outro presidente. Se vem uma secretária de estado negociar interesses próprios que os negocie também com um ministro de estado. Foi-se o tempo, Senhora Clinton, que funcionário inexpressiva, dava ordens ao Brasil.
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* Texto escrito e enviado por Kid Jansen de Alencar Moreira
O país recuperou sua capacidade de discutir os interesses que lhe convêm de igual para igual com qualquer nação do mundo, granjeando respeito e solidariedade dos povos do planeta, chegando até mesmo a ser apontado como parceiro preferêncial em muitas discussões delicadas envolvendo a diplomacia venezuelana, cubana e iraniana, de paises europeus e do próprio E.U.A.
Mais recentemente foi decisivo o papel brasileiro na condenação enérgica contra o golpe de estado que destituiu o presidente eleito Manuel Zelaya de Honduras, fato este que de per si alertou ao mundo para o perigo sempre presente de haver um retrocesso na América latina e assim propiciar o retorno de ditaduras arcaicas e carcomidas, o que seria uma verdadeira catástrofe para o continente.
De toda sorte, não se coaduna o papel de nossa imprensa dispensando mais do que a devida honra a senhora Clinton, para constranger o governo de um presidente democraticamente eleito a se envergar aos interesses dos EUA que não aceitam que o Brasil dialogue com o Irã, tendo por objetivo dissuadir seu presidente, Ahmadinejad, de enriquecer urânio com o fim de construir sua bomba atômica.
O ministério das relações exteriores defende a posição de que não seria bom a ninguém emparedar o Irã e isolá-lo. A via diplomática sempre é a melhor saida. Os EUA, porém, defendem sanções ainda mais duras contra o pais dos aiatolás. È a velha politica do porrete que só prejuizos trouxe à humanidade.
O Iraque é um exemplo acabado de como um pais pode ser devastado, invadido e destruído. Uma civilização que ficará além de recuperação, dada suas especificidades de conter dentro de seu território inúmeras etnias que eram mantidas em ordem pela força do poder de Saddam.(ditador que mereceu a sentença que lhe foi imputada).
Ocorre que para os iraquianos, jamais haverá um Iraque livre. Hoje o Iraque é apenas um sonho na lembrança de seus cidadãos, como um dos próprios o expressou em uma entrevista de um veículo de informação internacional.
Muitos não querem que o Brasil ande de cabeça erguida diante das nações, preferem aquela diplomacia de tempos recentes em que um embaixador do Brasil era recebido com as humilhantes ordens de tirar o sapato perante funcionário de quinta categoria dos EUA para poder pisar em solo americano, ou daquele outro ministro da fazendo que ficava horas levando chá de cadeira nas dependências da sede do FMI, para ser recebido por Michel Camdessus e prestar-lhe relatório.
Faz bem o presidente quando diz que só negocia diretamente com outro presidente. Se vem uma secretária de estado negociar interesses próprios que os negocie também com um ministro de estado. Foi-se o tempo, Senhora Clinton, que funcionário inexpressiva, dava ordens ao Brasil.
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* Texto escrito e enviado por Kid Jansen de Alencar Moreira
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