Não tem nada mais cafona que a Corrupção Pública. Fora de moda e fora de tempo: É assim como fumar em público – Satisfaz somente ao usuário, prejudica aos demais e por fim o elimina com todas as doenças e mazelas que o fumo produz no fumante.
Infelizmente os governantes corruptos, assim como os fumantes inveterados, não percebem que seu ato é detestável. Que seu ato é malévolo para si e para os outros. Não percebem que são inconvenientes.
Os tempos são outros. Queira ou não queira parece que a Democracia – pelo menos neste aspecto – pegou. Os portais da transparência estão aí, on line, para qualquer pessoa que tem acesso a Web e tem interesse em saber como andam os gastos públicos, quais foram os beneficiários, para onde foi o dinheiro público. Pensam que escondem seus atos. Não passam de gatos (ou ratos) que escondem-se e deixam o rabo de fora... Tadinhos!
Muitos governantes, principalmente os ignorantes, não conseguem fazer a leitura do mundo e se situarem no estado atual das coisas. Continuam a agir como há alguns anos, quando tudo acontecia à sete chaves, quando os atos de seus governos não tinham acesso público e fiscalização dos órgãos de controle e do ministério público, que parecem tere descoberto suas missões, após todo o marasmo da Ditadura Militar que tirou esse direito do cidadão.
É ridículo como alguns políticos (principalmente das cidades do interior) apresentam seus aparentes sinais de riqueza. Mal assenhoram-se dos cargos públicos, cujos salários são limitados, numa média de 13 mil reais para prefeitos, e de já passam a construir belas mansões, elevar o padrão de vida para níveis principescos, a andarem em novos, caros, grandes e reluzentes automóveis. E isso não só para a sua pessoa, mas para todo o Primeiro Clã reinante e toda a corte mais chegada.
Ora, de onde vêm tantos recursos? Se o cidadão revestido de autoridade talvez não chegue a ganhar R$ 130 mil por ano? Se não herdou e não economizou de onde vieram tantos e vastos recursos? Festas, rega-bofes, viagens nacionais e internacionais fazem pare do menu de novos prazeres.
Não percebem esses cidadãos – se desviam fazem do dinheiro público ou se mal o empregam – o mal que estão fazendo a si e aos seus. Deixam de construir ou melhorar as escolas, não investem em educação e saúde, em cultura. Considerando que cultura não é contratar cantores ou grupos de famosos para apresentarem em grandes eventos públicos, como parecem entender os nossos dirigentes.
Não percebem esses cidadãos que serão julgados, não somente pela justiça – nisso a prisão do Governador de Brasília foi emblemática- , mas pela história, pela roda do tempo, pelos seus contemporâneos que lhes apontarão o dedo em riste: Foste tu o culpado!
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*OPINION BY WASHINGTON LUIZ PEIXOTO VIEIRA.
Infelizmente os governantes corruptos, assim como os fumantes inveterados, não percebem que seu ato é detestável. Que seu ato é malévolo para si e para os outros. Não percebem que são inconvenientes.
Os tempos são outros. Queira ou não queira parece que a Democracia – pelo menos neste aspecto – pegou. Os portais da transparência estão aí, on line, para qualquer pessoa que tem acesso a Web e tem interesse em saber como andam os gastos públicos, quais foram os beneficiários, para onde foi o dinheiro público. Pensam que escondem seus atos. Não passam de gatos (ou ratos) que escondem-se e deixam o rabo de fora... Tadinhos!
Muitos governantes, principalmente os ignorantes, não conseguem fazer a leitura do mundo e se situarem no estado atual das coisas. Continuam a agir como há alguns anos, quando tudo acontecia à sete chaves, quando os atos de seus governos não tinham acesso público e fiscalização dos órgãos de controle e do ministério público, que parecem tere descoberto suas missões, após todo o marasmo da Ditadura Militar que tirou esse direito do cidadão.
É ridículo como alguns políticos (principalmente das cidades do interior) apresentam seus aparentes sinais de riqueza. Mal assenhoram-se dos cargos públicos, cujos salários são limitados, numa média de 13 mil reais para prefeitos, e de já passam a construir belas mansões, elevar o padrão de vida para níveis principescos, a andarem em novos, caros, grandes e reluzentes automóveis. E isso não só para a sua pessoa, mas para todo o Primeiro Clã reinante e toda a corte mais chegada.
Ora, de onde vêm tantos recursos? Se o cidadão revestido de autoridade talvez não chegue a ganhar R$ 130 mil por ano? Se não herdou e não economizou de onde vieram tantos e vastos recursos? Festas, rega-bofes, viagens nacionais e internacionais fazem pare do menu de novos prazeres.
Não percebem esses cidadãos – se desviam fazem do dinheiro público ou se mal o empregam – o mal que estão fazendo a si e aos seus. Deixam de construir ou melhorar as escolas, não investem em educação e saúde, em cultura. Considerando que cultura não é contratar cantores ou grupos de famosos para apresentarem em grandes eventos públicos, como parecem entender os nossos dirigentes.
Não percebem esses cidadãos que serão julgados, não somente pela justiça – nisso a prisão do Governador de Brasília foi emblemática- , mas pela história, pela roda do tempo, pelos seus contemporâneos que lhes apontarão o dedo em riste: Foste tu o culpado!
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*OPINION BY WASHINGTON LUIZ PEIXOTO VIEIRA.
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