Chuvas abaixo da média até 75%, registrados em Icó e Várzea Alegre, em fevereiro. Assim, o caderno Regional do Diário do Nordeste, desta quinta (04), trouxe a situação de preocupação na região.Essa nova situação enfrentada pela população urbana e agricultures é reflexo do fênomeno El Niño, que causa diminuição de chuvas no Nordeste.
PERDAS - E junto com as poucas precipitações, perda são registradas nas lavouras de milho e feijão, principais culturas dos municípios circunvizinhos ao Icó, além do próprio território icoense.
Confira alguns percentuais de chuva (fevereiro):
:: Icó - 75% abaixo da média
:: Umari - 40% do esperado
Confira alguns percentuais de chuva (fevereiro):
:: Icó - 75% abaixo da média
:: Umari - 40% do esperado
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>> Veja parte da matéria que cita as situações atuais de Icó, Iguatu e Umari:
PERDA DE PLANTAÇÃO PREOCUPA AGRICULTORES -
No Centro-Sul, a situação não está diferente. Quem plantou, está amargando a perda da lavoura
As sementes do Programa Hora de Plantar foram distribuídas no mês de fevereiro. Nessa época, houve precipitação, que animaram alguns produtores. Resultado: quem plantou está amargando perda da lavoura. "Mais de 60% do plantio não germinaram", disse o gerente da Ematerce, em Icó, Francisco Alencar. "A perda é quase geral, exceto para os baixios (várzeas), onde a lavoura pode esperar por mais uma semana", contou ele.
Nas localidades de Bertioga, Santo Antônio, nas margens da BR-116, as lavouras de milho e feijão estão morrendo. Em Icozinho e São Vicente, a situação também é crítica e agora existe preocupação com a pastagem que está secando. Foram distribuídas, em Icó, 60 toneladas de sementes e o estoque acabou. Isso significa que o replantio ficará por conta do agricultor, que já enfrenta prejuízo da lavoura de sequeiro.
Honório Barbosa
Repórter
Outro município crítico é Umari, onde choveu apenas 40% para o esperado em fevereiro passado. "O milho nasceu, mas parece que não vai progredir porque a chuva está tardando", disse o agricultor, Luís Freitas. O produtor rural, Francisco Lima, da localidade de Verdinha, também mostra preocupação. "Ainda dá para esperar um pouco, mas o tempo está avançando e o temor é de perda da planta", comentou.
No município de Iguatu, o maior da região Centro-Sul, as chuvas foram mal distribuídas, embora ficaram dentro da média para o segundo mês do ano. Houve registro de 159 milímetros. "O problema é a má distribuição, pois, nos últimos 15 dias, não choveu mais", observou o gerente da Ematerce, Edvaldo Barbosa.
Em Iguatu, o desespero começa a tomar conta dos produtores rurais. "Se não chover até a próxima semana e, infelizmente, não há previsão, o quadro vai ficar complicado", disse Barbosa. "Quem recebeu semente e plantou, vai perder". É o caso do agricultor, Francisco Alves, da localidade de Cajazeiras, fez o cultivo de um hectare de milho e feijão. "A planta nasceu, mas está morrendo", disse. "Se não chover nos próximos cinco dias, vou perder tudo".
Muitos produtores cultivaram as sementes de milho e feijão, animados com as precipitações que antecederam o Carnaval. "O plantio germinou, mas não se desenvolve por falta de água e a terra está seca", disse o agricultor Paulo Souza. O sol forte e o calor intenso contribuem para matar a planta no sertão árido do Centro-Sul.
Nas localidades de Bertioga, Santo Antônio, nas margens da BR-116, as lavouras de milho e feijão estão morrendo. Em Icozinho e São Vicente, a situação também é crítica e agora existe preocupação com a pastagem que está secando. Foram distribuídas, em Icó, 60 toneladas de sementes e o estoque acabou. Isso significa que o replantio ficará por conta do agricultor, que já enfrenta prejuízo da lavoura de sequeiro.
Honório Barbosa
Repórter
Outro município crítico é Umari, onde choveu apenas 40% para o esperado em fevereiro passado. "O milho nasceu, mas parece que não vai progredir porque a chuva está tardando", disse o agricultor, Luís Freitas. O produtor rural, Francisco Lima, da localidade de Verdinha, também mostra preocupação. "Ainda dá para esperar um pouco, mas o tempo está avançando e o temor é de perda da planta", comentou.
No município de Iguatu, o maior da região Centro-Sul, as chuvas foram mal distribuídas, embora ficaram dentro da média para o segundo mês do ano. Houve registro de 159 milímetros. "O problema é a má distribuição, pois, nos últimos 15 dias, não choveu mais", observou o gerente da Ematerce, Edvaldo Barbosa.
Em Iguatu, o desespero começa a tomar conta dos produtores rurais. "Se não chover até a próxima semana e, infelizmente, não há previsão, o quadro vai ficar complicado", disse Barbosa. "Quem recebeu semente e plantou, vai perder". É o caso do agricultor, Francisco Alves, da localidade de Cajazeiras, fez o cultivo de um hectare de milho e feijão. "A planta nasceu, mas está morrendo", disse. "Se não chover nos próximos cinco dias, vou perder tudo".
Muitos produtores cultivaram as sementes de milho e feijão, animados com as precipitações que antecederam o Carnaval. "O plantio germinou, mas não se desenvolve por falta de água e a terra está seca", disse o agricultor Paulo Souza. O sol forte e o calor intenso contribuem para matar a planta no sertão árido do Centro-Sul.
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