A ideia é elevar ao máximo o grau de satisfação dos usuários, evitando que o advogado circule por todo o Tribunal para solucionar suas demandas. De acordo com o projeto, os bancos passarão a atender no subsolo.
Atualmente, o atendimento ao advogado é fracionado, obrigando o profissional a se deslocar por vários prédios da sede do Tribunal. Com a instalação da central, o STJ vai padronizar as informações, atendendo de forma mais célere e eficaz aos que têm processos tramitando na Casa.
O estudo de remanejamento dos bancos já está concluído pela Coordenadoria de Engenharia e Arquitetura, e o projeto arquitetônico da nova central também já está pronto. Segundo o cronograma, a central deve estar em funcionamento no mês de junho.
* Com informações da Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STJ
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